Indicados ao VMA [6] COMBO DE CHANCES

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Hoje é dia de tretas, polêmicas e grandes apresentações, o Video Music Awards 2016! Já sabemos que Britney Spears vai se apresentar, Beyoncé também, Rihanna vai ganhar o Vanguard Award (prêmio que homenageia grandes nomes que contribuíram de forma inovadora com os videoclipes) e terá tempo para fazer uma apresentação marcante; além do Kanye West com quatro minutos pra fazer o que quiser.

Por isso, já esperando o começo da premiação, a partir das 21h, hora de fazer um último post sobre os indicados, desta vez falando das chances de vitória nas três categorias que restam para serem discutidas – o que eu chamei de COMBO DE CHANCES. Afinal de contas, tô juntando três categorias num post só 😉

Confira tudo após o pulo!

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Isso não é arte – Kanye West, “Famous”

Kanye West FamousO novo vídeo do Kanye West, “Famous” (aquela música em que o rapper diz que ele e Taylor Swift deveriam transar porque “I made that bitch famous”) vem sendo aclamado por vários veículos por aí, como épico, obra de arte, mais uma prova do quão visionário Kanye é. Vanity Fair destaca o sentido quase religioso daquele grupo de corpos vulneráveis e nus juntos na cama; Complex reforça que o vídeo é mais um exemplo do Kanye misturando música e visual, por meio de seu interesse por arte; a Rolling Stone chamou “Famous” de o mais controverso e provocador vídeo do rapper até hoje.

Mas não há arte aí. Não há sentido religioso. A arte é importante, ela deve ser provocadora e nos fazer pensar. Mas ela tem um limite (assim como o humor) – há um limite quando ofende quem sempre foi ofendido. Quem sempre levou o tapa. Ofende quando a arte está baseada num contexto misógino de um artista que usa corpos nus de mulheres para provar um ponto – “homens como eu fizeram dessas mulheres famosas, e elas devem entender isso, por isso estão nessa cama”. Ofende quando ele expõe nomes que deveriam ser banidos de qualquer discussão como Trump, Chris Brown e Bill Cosby (pelo amor de Deus) ao lado dessas mulheres, homens que – como Kanye, é hora de colocá-lo na discussão – subjugam direta ou indiretamente mulheres todos os dias. Não tem como defender, qualquer que tenha sido a referência, por mais ~gênio~ que Kanye seja (e eu já duvido disso). Não dá pra defender uma estátua da Rihanna sendo colocada ao lado do seu espancador. Não dá pra defender uma estátua da Taylor Swift ao lado do Kanye pra expô-la. (aliás, só os corpos femininos são expostos mais longamente, como se fosse um voyeur sinistro) Se era para falar sobre a cultura da celebridade e que todo mundo pode ser famoso, você tem tantas possibilidades; você pode criar tantos conceitos; e a música, apesar da letra extremamente egocêntrica, era uma das mais comerciais do confuso “The Life of Pablo”. Britney Spears com “Everytime” e Jennifer Lopez com “Jenny From The Block” foram mais efetivas e diretas ao ponto em seus vídeos e nunca foram consideradas gênios da música (mesmo com o praise em torno do vídeo da Brit).

O ponto de discussão é: até que ponto é arte quando ela vem imbuída de misoginia e preconceito?

O vídeo de Famous está por aí, você pode encontrá-lo.

Combo de Álbuns [1] Sia, Charlie e Kanye

Como nos últimos tempos a vida andou uma loucura – Grammy, mudei de emprego, cobertura de carnaval – muitas coisas vem acontecendo na popsfera e se torna difícil alcançar tudo. A gente faz o que pode, sendo uma pessoa só.

Enquanto você não é a Beyoncé ou Rihanna, que obrigam o mundo a te ouvir mesmo que você já esteja dormindo a essa hora, os outros precisam esperar um pouco para serem ouvidos e resenhados. Por isso, fiquei matutando uma seção neste blog chamada “Combo de Álbuns”, que funcionaria como uma resenha grande de três álbuns lançados recentemente, mas que não tive tempo (ou espaço) para escrever sobre eles no momento do lançamento.

Por três motivos distintos, optei por três artistas bem diferentes entre si – Sia, que lançou o “This Is Acting”, sétimo álbum na sua discografia, no dia 29 de Janeiro; Charlie Puth e seu debut “Nine Track Mind”, também lançado em 29 de Janeiro; e Kanye West, que até o momento só colocou o seu “The Life of Pablo” no famigerado TIDAL desde 14 de fevereiro.

Hora de conferir, de forma bem resumida, esta humilde opinião sobre esses três lançamentos.

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Previsões para o Grammy 2016

UPDATE: você pode conferir as previsões atualizadas (chamadas de “The Madness Edition”) aqui

A temporada de especulações sobre o Grammy do ano que vem começou! Jornalistas americanos como Paul Grein já fizeram suas previsões em JUNHO, mas seguindo a linha temporal do ano passado, decidi fazer as previsões por agora. O material já é vasto e os possíveis indicados estão meio que na cara, então acho que teremos pouquíssimas surpresas daqui até o final do ano. O período de eligibilidade para o Grammy vai de 1º de Outubro de 2014 até 30 de Setembro de 2015, ou seja, as bandas e os artistas que lançaram singles e álbuns nesse meio tempo podem submeter suas canções para a bancada do Grammy e torcer para que as escolhidas entrem no corte final.

A minha análise se restringe ao pop field, onde as cartas já estão lançadas desde o lançamento do “1989”, pra ser bem honesta, mas a depender do que as gravadoras mandem, podemos ter surpresas.

(lembrando que eu upo as previsões após o dia 30 de setembro com novas possibilidades porque até lá, muita água pode rolar)

A pergunta que não quer calar é: em quem já podemos apostar nossas fichas? Clique em “continuar lendo“!

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Design de um top 10 [13] Cinquenta tons de sucesso

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O Design de um Top 10 volta duas semanas após o Grammy com um museu de grandes novidades, alguns peaks bacanas, recordes e possivelmente um dos top 10 da Billboard Hot 100 mais diversos dos últimos anos.

O “museu de grandes novidades” fica por conta da permanência – agora por sete semanas – do smash hit “Uptown Funk”. Mark Ronson e Bruno Mars estão dominando os charts há dois meses, e mesmo com a possibilidade crescente do #1 ir embora na próxima semana (mais detalhes depois), a trajetória da canção é brilhante (afinal de contas, a música sobreviveu até à loucura pós-Grammy). Já “Thinking Out Loud” continua esperando sua chance de abocanhar a primeira posição e “Take Me To Church” estabiliza sua posição como hit constante e com possibilidades de ficar um bom tempo ainda nos charts (prepare-se, “Radioactive”! Suas 87 semanas no Hot 100 estão ameaçadas!).

Os peaks bacanas são evidentemente, cortesia de Rihanna e seus amigos Kanye West e Paul McCartney com “FourFiveSeconds”, que chegou à quarta posição após subir dois lugares; Ellie Goulding com a canção mais bem sucedida da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Cinza” – “Love Me Like You Do”, que chegou à sexta posição; e Taylor Swift com sua “Style”, que após o clipe, colocou a música na décima posição, abocanhando um outro feito.

 

Top 10 da Billboard Hot 100 (28/02/2015)

#1 Mark Ronson – Uptown Funk (feat. Bruno Mars)

#2 Ed Sheeran – Thinking Out Loud

#3 Hozier – Take Me To Church

#4 Rihanna, Kanye West & Paul McCartney – FourFiveSeconds

#5 Maroon 5 – Sugar

#6 Ellie Goulding – Love Me Like You Do +3 *new peak* *

#7 Taylor Swift – Blank Space

#8 Sam Smith – I’m Not The Only One

#9 Meghan Trainor – Lips Are Movin

#10 Taylor Swift – Style +8 *new peak* *

 

???????????Com sete semanas em primeiro lugar na Billboard, “Uptown Funk” continua sua trajetória de sucesso nos charts. O grande hit do ano até o momento manteve a primeira posição no chart, apesar de estar em segundo no iTunes e crescendo com menos força nas rádios. A faixa ainda lidera nos streams (em #1 no Spotify Charts e com um novo viral a cada semana), mas o pico da música na sua dominação já passou. Acredito que, se não sair do #1 na semana que vem, dura uma oitava semana e cai em Março.

Mas nem tudo são notícias amargas para os rapazes tão quentes que tem de chamar a polícia e os bombeiros: a sétima semana de “Uptown Funk” deu a Bruno Mars o maior tempo em primeiro no Hot 100, entre os seus seis #1. Antes, “Locked Out Of Heaven” era a faixa com mais tempo em primeiro no chart, com seis semanas entre 2012 e 2013.  E a pergunta é: o que esperar de impacto nos charts quando ele lançar a faixa solo de seu próximo álbum?

Será que você ainda está cansado de ouvir “Uptown Funk”? Dê play!

 

Enquanto isso, na sala de Justiça, “FourFiveSeconds” consegue o peak de quarto lugar. O esforço em grupo da RihannaRihanna com Kanye West e Paul McCartney no violão e no órgão é talvez a faixa mais surpreendente do top 10 (quase acústica, uma produção simples e orgânica, numa faixa meio folk, meio country, meio pop; “Uptown Funk” também é fora da caixinha, mas um funk é algo que você espera de certa forma do Bruno Mars, mas faixa folk não é algo que o mainstream espera da RiRi) conseguiu uma boa subida na última semana por conta do famigerado “efeito pós-Grammy”, conseguindo até mesmo uma primeira posição no iTunes – antes de cair para a quarta posição, onde se encontra hoje. A música vem subindo muito bem nas rádios, mas sofre com os poucos streams do vídeo, que por sua extrema simplicidade e pouco apelo conta com poucas visualizações; além da Rihanna ter feito a Taylor e não lançado ainda FFS no Spotify (o que eu acredito ser um erro estratégico, já que a junção entre vendas digitais + rádio + streams estão colocando muita gente no topo do Hot 100 ultimamente), podem complicar uma maior ascensão.

Mas acredito que a faixa pode crescer um pouco. Um #1 poderia chegar por apenas uma semana, graças a uma apresentação memorável ou “FourFiveSeconds” ser finalmente colocado no Spotify, mas não vejo na Rihanna esse fogo por mais um #1 com essa música, especificamente.

Creio que a parte mais feliz deste trio-parada-dura é Macca: com o #4 na Billboard, o Beatle chega pela primeira vez ao top 5 do Hot 100 pela primeira vez em 31 anos! A última vez em que uma faixa do Paul chegou a este ponto do chart foi com o clássico “Say Say Say” com um tal de Michael Jackson, no final de Dezembro de 1983 e início de Janeiro de ’84 e ainda alcançou o #1 na época. #rihannaeffect

Que tal dar um apoio a RiRi e seus amigos dando play no vídeo de “FourFiveSeconds”?

 

??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????A faixa que pode tomar o #1 de assalto vem da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Cinza”. Entre faixas inéditas, regravações e remixes de faixas conhecidas, a música da britânica Ellie Goulding “Love Me Like You Do” é a que teve o melhor desempenho da trilha – atualmente lidera o iTunes, vem conquistando subidas boas nas rádios e já vem crescendo nos streams (apesar de longe da dominação de UF). Mas ao contrário de FFS, que tem visualizações pequenas no Youtube, as views da faixa só crescem, e com o sucesso do filme nas bilheterias (além de todo o buzz promovido pela presença dos atores em entrevistas e programas) a possibilidade de que LMLYD chegue ao primeiro, marcando um momento histórico para a própria Ellie, é grande.

A música é um pop puro, bem produzido e com um refrão grudento e repetitivo. Aparece no filme numa cena “romântica” entre os personagens Christian Grey e Anastasia Steele (eu vi o filme, e a melhor coisa de “Cinquenta Tons de Cinza”, de longe, é sua trilha sonora, porque como história e romance, tem uma série de erros que incomodam muito). Não considero a melhor faixa do álbum – prefiro “Earned It”, do The Weeknd, que tem uma atmosfera mais sensual, mas entendo o maior apelo de “Love Me Like You Do” – além disso, o nome da Ellie já começou a ficar mais conhecido pelos americanos, já que a loira teve peak de #2 com “Lights” em 2010, além de bons desempenhos com “Burn” (13º em 2013) e “I Need Your Love” (em que fez featuring na faixa do DJ Calvin Harris, 16º em 2013). Ou seja, mais uma briga de conterrâneos no topo do Hot 100.

Ainda não ouviu “Love Me Like You Do”? Confira!

 

Por último, Taylor Swift, que conseguiu mais que a subida boa de “Style” – saltando oito posições após o lançamento Taylor Swiftdo vídeo, chegando à décima posição. Com o (atual) peak, Tay Tay empata com Miss Aretha Franklin na sexta posição entre as mulheres em número de top 10 na Billboard – as duas tem 17 músicas que chegaram a esse ponto do chart. Mas para buscar as outras colegas, ela vai ter que ralar um pouco mais:  a próxima da lista é Whitney Houston, com 23 top 10; logo depois vem Rihanna com 26; Mariah Carey e Janet Jackson com 27; e olhando as amigas com um binóculo, Madonna, que tem 38 top 10. A Rainha do Pop aliás, é a líder entre homens e mulheres.

No entanto, para “Style” conseguir ser #1 na Billboard, Taylor tem que se esforçar ainda mais. O fato de não ter se apresentado com a faixa no Grammy atrapalhou uma possível chance de subir mais rapidamente nos charts; e o clipe, apesar de visualmente bonito e gifável para o tumblr, não tem a potência pop de “Shake It Off” e “Blank Space”, não sendo muito legal de assistir outra vez. Tanto que, apesar do lançamento do vídeo ter ajudado nessa subida (e evidentemente, as boas subidas no iTunes e o desempenho excelente nas rádios, antes mesmo de ter sido anunciada como single), o fato é que, no fim das contas, não ajudou como se esperava – o que todo mundo imaginou era que “Style” voaria para o #1 do iTunes com o lançamento do vídeo, colocando mais de 0.5000 de diferença em relação a”Uptown Funk”. Pelo contrário: a faixa mal se moveu no top 10.

Olha, eu não sei se realmente a Taylor tá preocupada com isso (já que a loira tá vendendo horrores o “1989”), mas se você quiser ajudar nas subidas de “Style”, pode dar o play:

 

E então, o que você achou da disposição do top 10 essa semana?

Fonte: Billboard

Recolham os meus restos: Rihanna, Kanye West & Paul McCartney – FourFiveSeconds

Cover Rihanna Kanye West Paul McCartney FourFiveSecondsOkay, vamos lá: Rihanna lançou assim, como quem não quer nada, uma música que,segundo a gravadora dela no Brasil, é o primeiro single do #R8, o novo álbum sem nome da barbadiana, mas essa confirmação ainda não veio da própria Rihanna. Ela disse apenas no Twitter que era um vislumbre, uma “palhinha” do novo trabalho dela. Sendo single ou não, o que podemos dizer é que a moça não tá pra brincadeira.

Em primeiro lugar, o naipe dos envolvidos – Kanye West cantando e Paul McCartney só no violão – e em segundo lugar, essa música absolutamente surpreendente e agradável que é “FourFiveSeconds”. Eu, que após ter contato com o “Rated R” na época do lançamento, sempre achei que a RiRi deveria investir mais num lado rock, fiquei muito contente com essa pegada acústica, folk, meio country, que mostra nessa música. Uma letra simples, com um refrão absolutamente grower, e curtinha, pra ouvir na praia, no fim de tarde, e ainda com o órgão na bridge que deixa os vocais da Rihanna em clara evidência – aliás, uma das coisas que sempre incomodaram nela era essa irregularidade no vocal, e ela está alcançando essa maturidade.

Outra coisa que adoro na Rihanna é essa versatilidade – que é o que podemos esperar no R8. Vai ter folk, vai ter aquela baladinha sofrida, vai ter aquela quebração urban, vai ter aquele club banger pop, vai ter midtempo R&B, vai ser aquele CD pop. Agora, se ela não fizer essa misturinha que dá certo desde o “Good Girl Gone Bad”, aí sim a minha surpresa será maior.

Como não tem nada realmente confirmado se a faixa é single mesmo do novo álbum, a única coisa que podemos fazer é especular: será que hita? Eu não sei. Acho que ganha um buzz imenso por ser Rihanna, dois anos de espera por um novo álbum, e pelos nomes envolvidos na canção. O refrão é fácil, e a música é excelente, mas a música é meio divisiva para as rádios… Acho que divulgação nos lugares certos pode ajudar, mas eu não acordei tão otimista como o Kanye na segunda estrofe da música e acho que se “FourFiveSeconds” render mesmo, será uma surpresa imensa. E uma ótima surpresa.

Aposta? Um top 10 meio suadinho.

E você, conseguiu ouvir a faixa? O que achou?

Pensa só no que o Kanye West está aprontando só de ouvir “Only One”

Você pode chamar Kanye West de egocêntrico, de maluco, de sem noção, ou de gênio incompreendido, um excêntrico, um artista. Não importa. O rapper e produtor sabe fazer (excelente) música e sempre se cerca dos melhores para trazer o melhor.

E o primeiro dia do ano brindou os ouvintes com um teaser do que o Kanye pode estar aprontando para 2015. A internet caiu abaixo com o lançamento de “Only One”, parceria do rapper com o eterno Beatle Paul McCartney. Macca acompanha um Kanye autotunado no piano, numa letra simples e muito bonita em homenagem a filha North, sob o ponto de vista da mãe falecida do americano – Donda West.

Se você ainda não ouviu essa pérola, pode clicar aí na figura, que vai linkar direto ao site do Kanye, onde você pode acompanhar música e letra.

 

Cover Kanye West feat. Paul McCartney Only One

 

(aliás, capa lindinha)

Mas, afinal de contas, o que Kanye West está realmente aprontando? Porque com ele, nada é por acaso, e o cara não vai jogar um musicão desses, uma parceria com Paul McCartney assim, só pra chegar em #3 no iTunes (que foi o peak da canção).

O último álbum dele foi em 2013, o complicado “Yeezus”, que ficou na lista dos melhores do ano de vários críticos, mas não foi tão abraçado pelo público quanto incursões anteriores. Ainda não se sabe qual será o próximo CD do Kanye, mas essa colaboração do rapper com o Paul não é a única. Ainda há outra faixa, “Piss On My Grave”, que andou rolando por aí nos primeiros dias do ano, e segundo algumas fontes, essas faixas podem ser tanto para um álbum colaborativo entre os dois (meu Deus, só de pensar nisso já entro em colapso nervoso) ou apenas para o próximo CD do rapper.

Outras fontes vem comentando que além dessa faixa, outra colaboração entre Kanye, Paul e Rihanna já foi gravada, tem vídeo e pode ser liberado em algum momento, essa faixa para o álbum do rapper. Então isso pode significar que realmente “Only One” faça parte do próximo CD de Kanye.

O que podemos ter certeza é de que, de acordo com o release enviado após o lançamento da faixa, “é a primeira gravação liberada do que se tornou uma colaboração musical prolífica entre dois artistas lendários”. Olha, se tem mais coisa do nível de “Only One” (e até melhor) vindo dessa sessão de composição, my body is ready!

E você, o que está esperando dessa colaboração entre Kanye West e Paul McCartney?