Combo de Álbuns – Men Edition

Estamos de volta com uma série de posts que reflete minha já conhecida PREGUIÇA – é o “Combo de Álbuns”: ou seja, sempre que eu atraso a resenha de um CD que foi lançado recentemente, costumo publicar tudo junto nessa resenha grandona, até pra cumprir minhas obrigações e continuar ouvindo coisas novas que pode ser (ou não) que entrem em premiações no futuro 😉

Hoje, coincidentemente, os lançamentos são todos masculinos, dois de artistas pop americanos e mais dois de acts fora dos EUA que fazem parte de dois movimentos que já vinham ascendendo em popularidade nos últimos anos. As resenhas de hoje são de Charlie Puth e o seu “Voicenotes” (lançado em 11.05); Shawn Mendes e o Selftitled (lançado em 25.05), a sensação coreana BTS com “Love Yourself: Tear” (lançado em 18.05) e o novo do colombiano J Balvin, “Vibras” (lançado em 25.05).

Vamos lá?

Charlie Puth – “Voicenotes”

Charlie Puth Voicenotes.pngQuem substituiu o Charlie Puth cafona e ruim do “Nine Track Mind” por esse cantor, compositor e produtor sofisticado e fun de “Voicenotes“? Não sei o que houve, mas agradeço pela mudança, porque esse CD é incrível e delicioso de ouvir. Saindo das sensibilidades pop/R&B anos 60 que não funcionaram nem um pouco no debut para algo mais puxado para o R&B/pop late-80/early-90, com direito a sintetizadores, linha de baixo retrô e muita ambientação obscura, Charlie se mostrou um artista bem mais consciente e maduro; e principalmente, um belo contador de histórias. O álbum vai destrinchando histórias de romances, traições e shades – afinal de contas, ele tá falando de quem nesse CD? – que mostram a inspiração do CD sendo as experiências do Charlie entre namoros, affaires e polêmicas com namoradas famosas.

Com letras bem menos cafonas e horrendas (a única exceção é o verso meio bizarro “you won’t wake up beside me / cause I was born in the 90s” em “BOY”, mas a música tem uma  bridge instrumental tão boa que compensa qualquer coisa), arranjos elegantes e prontos para dançar e participações especiais ótimas (Boys II Men SEMPRE delivering em “If You Leave Me Now; Kehlani confortável em “Done for Me”; e a lenda James Taylor em “Change”, a quebra gostosa de expectativa do CD), “Voicenotes” é uma evolução bem vinda para o cantor. Não apenas para mostrar que o primeiro CD foi um mal momento (ou no mínimo algo mal trabalhado pela própria gravadora), mas também dentro do pop que anda tão combalido nesses últimos tempos – dá pra fazer um pop gostosinho sem ir atrás das trends do momento (urban/trap e EDM a la Chainsmokers).


Shawn Mendes – “Shawn Mendes”Shawn Mendes - Shawn Mendes (Official Album Cover).png

Se você não ouvia o canadense Shawn Mendes porque achava micão consumir música de um jovem adolescente, um – perdeu “Illuminate”, uma baita evolução em relação ao primeiro CD, que tinha suas fraquezas; e dois – CORRE logo pra ouvir o selftitled do menino porque ele conseguiu! Com apenas 19 anos, o material que ele apresenta não apenas é um salto absurdo em qualidade, letras e instrumentais em relação aos CDs anteriores, como também o coloca lá na frente em relação aos peers no complicado mundo dos artistas jovens masculinos do pop.

Um esforço pop com experimentações rock (“In My Blood”), soul/funk (“Lost in Japan”) e até R&B (na ótima “Why”), prossegue com a vibe domingo chuvoso de outono tomando cafezinho com mozão ou mozona debaixo das cobertas. E ficou ótimo! A vibe stripped-down do próprio som do rapaz, combinada com produções agradáveis e super coesas (como é bom ter um grupo pequeno de colaboradores né?), além de featurings que agregam – como Julia Michaels e Khalid – aliás, “Youth”, super graciosa, tem uma mensagem simples, forte e efetiva para uma geração que é o foco dos dois jovens artistas. A mensagem atinge fácil a juventude de hoje e tem fôlego, não é um amontoado de clichês.

Apesar de uns dois fillers bem sem graça, no geral “Shawn Mendes” é um dos álbuns pop mais amarrados e bem feitos do ano. Para o próprio Shawn, é uma evolução além – com letras mais intrigantes, uma temática de relacionamentos que consegue atingir ouvintes de todas as idades e vocal ainda por evoluir mais, o canadense já construiu um caminho sólido para si, uma carreira longeva e sólida, além de um público fiel que vai crescer junto com ele.


Love Yourself Tear Cover.jpegBTS – “Love Yourself: Tear”

Como vocês já devem estar sabendo, a boy band coreana BTS foi o primeiro grupo de k-pop a estrear em primeiro lugar no chart de álbuns da Billboard, o que mostra que o gênero já vem alcançando novos caminhos no Ocidente, assim como conquistando fãs jovens que vem migrando do pop americano para a sua contraparte coreana. O motivo? Os grupos e artistas solo de k-pop trazem entretenimento, visuais cativantes e músicas animadas e upbeat, mesmo com letras que tratem às vezes de questões super sérias – e aí você dança com uma mão na cintura e outra na consciência.

Como eu não sou uma grande conhecedora do estilo, fui de coração aberto conferir o terceiro álbum do BTS (em coreano; no total é o sexto dos garotos) e tive uma agradável surpresa em conferir as 11 músicas do CD. Com um conceito bem amarrado sobre a dor da separação e o lado mais obscuro do amor, até mesmo nas músicas mais animadas (como o lead single “FAKE LOVE”) você tem letras que usam de metáforas para falar de um relacionamento que não deu certo e como o “eu lírico” (ou os membros da banda, que participam da composição das faixas) lida com essa sensação de perda. A sonoridade R&B é deliciosa, especialmente porque me lembra muito o que eu costumava ouvir quando era adolescente nos anos 2000, mas nada soa datado, e a as adições eletrônicas na instrumentação orgânica são bem-vindas. Em faixas como a ótima “134240”, que usa a história de Hades e do (ex-atual) planeta Plutão para falar de relacionamentos, a vibe meio “chill” é agradável, mas esconde uma melancolia evidente na letra.

Tirando uma faixa dance que ficou meio away dentro da tracklist (“So What”), “Love Yourself: Tear” não apenas deve ter agradado às fiéis fãs do BTS como pode ser uma bela introdução aos neófitos do k-pop como eu. Entre metáforas bem construídas e uma bem-vinda departure com inspiração latina (“Airplane pt. 2”, que eu gritei na hora do refrão É A NOVA DESPACITO!), é um ótimo CD que merece ganhar o mundo e ampliar ainda mais o perfil dos meninos do BTS no mainstream.


J Balvin – “Vibras”J Balvin Vibras cover.png

O quinto álbum do superstar colombiano do reggaeton na verdade é a trilha sonora pro verão lá no hemisfério Norte. É curioso como Balvin conseguiu fazer um álbum em espanhol, com uma sonoridade latina mega popular, mas com um apelo internacional bem envolvente. É reggaeton, mas faz umas concessões curiosas dentro das próprias faixas que ganham um apelo pop que independe da língua.

Apesar de ter uma intro, “Vibras”, a gente pode considerar que “Mi Gente”, com Willy William (e que chegou até a ter remix com a Beyoncé) é a verdadeira introdução “espiritual” do álbum. A faixa, que quer te fazer dançar sem pensar na nacionalidade ou na origem, é o começo perfeito para determinar o mood do CD – mesmo que a letra seja distinta do coração do álbum, que tem todo um clima de sedução e romance que talvez seja um dos pilares da música latina, seja em espanhol ou em português. Das deliciosas “Ambiente” e “Cuando Tu Quieras”, além de “Noches Pasadas” e “Donde Estarás” – que tem a maior cara de hit; além da gostosíssima “Brillo” (que me lembrou um pouco de “Downtown” da Anitta), J Balvin apresenta no álbum uma vibe gostosa, tropical e ao mesmo tempo noturna, ideal para romper o verão americano sem fazer nenhum esforço.

Apesar de um ou dois fillers (e impressionante como “Machika”, que fecha o CD, parece um corpo estranho na vibe carefree do “Vibras”), é um álbum que merece as reviews calorosas na gringa e uma ouvida atenta – mesmo que estejamos em plena época de São João. Com “Vibras”, o reggaeton realmente se solidifica como um fenômeno pop que não parece sumir tão cedo.


E vocês, já ouviram algum dos quatro álbuns? O que acharam? Podem comentar aqui mesmo no blog ou no nosso Twitter e Facebook!

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Design de um top 10 [32] Bye bye verão americano

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Depois de muito tempo, estamos de volta com o “Design de um Top 10”! A análise do chart da Billboard é sempre uma delícia quando temos algum tipo de variedade e diversão no topo; assim como pode ser bem entediante quando a mesma música está em primeiro lugar nas paradas.
Curiosamente, após a saída de “One Dance”, do Drake, do topo, finalmente tivemos algum tipo de balanço nesse top 10 – o que casa com o fim do verão americano e a mudança gradativa na “pegada” das canções – alguns artistas que já lançaram CD escolhem como single a balada para o Outono/Inverno; e quem vai lançar algo por agora, decide por algo bem explosivo para dominar as vendas de fim de ano, que sempre são polpudas. Por isso, a gente já começa a notar algumas mudanças nos artistas e nas faixas que fazem sucesso nessa época, assim como notamos os grandes nomes que se sedimentaram em 2016.
Top 10 Billboard Hot 100 (24.09.2016)

#1 Closer – The Chainsmokers feat. Halsey

#2 Heathens – twenty one pilots

#3 Cold Water – Major Lazer (Feat. Justin Bieber, Mø)

#4 Cheap Thrills – Sia feat. Sean Paul

#5 Don’t Let Me Down – The Chainsmokers feat. Daya

#6 Ride  – twenty one pilots

#7 This Is What You Came For – Calvin Harris feat. Rihanna

#8 Send my Love (To Your New Lover) – Adele

#9 Needed Me – Rihanna

#10 We Don’t Talk Anymore – Charlie Puth feat. Selena Gomez

Tem uns dois anos em que, apesar de termos megahits dominando o topo dos charts, você consegue ter uma boa variedade de ritmos bombando no top 10, desde EDM, passando por pop, hip hop, urban e rock. Tem pra todo mundo, e graças ao streaming, que ajudou muita gente nova a aparecer e deu empoderamento ao ouvinte em expressar através das audições ou das playlists o que ele realmente curte, você tem muita coisa diferente mesclada aos mesmos nomes de sempre. As trends ainda sobrevivem nesse contexto (oi, “tropical house”), mas hitar “do seu jeito” e com uma promoção que funcione nos tempos que correm também ajuda.

chainsmokers-gifEm primeiro lugar há quatro semanas na Billboard está “Closer“, do duo EDM The Chainsmokers, com featuring da Halsey. A música ganhou um boost grande após a apresentação do VMA, e detalhe – ainda nem tem clipe, o que pode torná-la a pedra no sapato de futuros lançamentos grandes (oi Lady Gaga). A faixa, apesar de ter todo o clima de fim de tarde, é um daqueles hits inexplicáveis de americano – porque a música é uma BOMBA NAPALM, mas se vermos que é o terceiro single do The Chainsmokers a pegar top 10 nesta era, há uma consistência aí.

“Heathens” subiu uma posição e só faz crescer. O queridinho rock do ano, twenty one pilots colocou o terceiro twenty one pilots gifsingle no top 10, e a julgar pelo desempenho nos charts digitais e nos streams, além de subidas consistentes nas rádios, ainda pode fazer um belo estrago. Eu achava que “Cold Water”, do Major Lazer, seria a música que poderia destronar “Closer”, mas parece que “Heathens” pode ser a música. Curiosamente, o momento de “Esquadrão Suicida”, filme cuja música faz parte da trilha sonora, já passou, mas a faixa ganhou uma bela sobrevida, independente da produção. E merece, a música é sensacional.

“Cold Water” muito bem nos streams e na rádio, e mesmo com a queda no top 10, ainda está crescendo e mal chegou ao peak. A faixa, mesmo com essa pegada “tropical house” modinha desde o ano passado, tem algo meio melancólico, de fim de estação, o que combina bem com a transição do verão americano para o inverno. Curiosamente, “Closer” e CW vem disputando posições nos charts eletro, mas “Cold Water” é bem mais completa e robusta. E Justin Bieber finalmente se encontrou com o Diplo, hein. Podia viver pra sempre fazendo vocal de eletrônico.

E pra quem achava que Charlie Puth ia ficar em “See You Again”, o moço conseguiu um hitão daquele CD medíocre. Apesar de algumas quedinhas na rádio, “We Don’t Talk Anymore” já vem crescendo muito nos charts, e crescendo bem – a faixa pulou duas posições essa semana e não parece disposta a morrer tão cedo. Ainda tem muito a crescer, tanto nos streams quanto nas rádios – e podemos creditar boa parte dessas subidas às promoções no iTunes, que sempre ajudam determinadas faixas a dar aquele boost. Só falta uma divulgação mais massiva e tem chance de ficar um bom tempo no top 10. A faixa é uma midtempo gostosa pra dançar, um pop moderninho dentro do material retrô do “Nine Track Mind” e tem jeitinho de fim de tarde, fim de estação, fim de amores de verão. Perfeita para essa transição, tanto musical quanto de estações lá na gringa.

(podemos dizer que o featuring da Selena também ajudou? É o quarto top 10 da moça, que na era “Revival” virou queridinha das rádios – suas músicas tiveram bastante audiência – e um nome mais hypado que o do próprio Charlie. É, o que vai ter gente pedindo participação pra Selena quando ela retomar a carreira não vai estar no gibi…)

E você? O que achou do top 10 esta semana? Fiquem com o som do novo morador, Charlie Puth e “We Don’t Talk Anymore”

Combo de Álbuns [1] Sia, Charlie e Kanye

Como nos últimos tempos a vida andou uma loucura – Grammy, mudei de emprego, cobertura de carnaval – muitas coisas vem acontecendo na popsfera e se torna difícil alcançar tudo. A gente faz o que pode, sendo uma pessoa só.

Enquanto você não é a Beyoncé ou Rihanna, que obrigam o mundo a te ouvir mesmo que você já esteja dormindo a essa hora, os outros precisam esperar um pouco para serem ouvidos e resenhados. Por isso, fiquei matutando uma seção neste blog chamada “Combo de Álbuns”, que funcionaria como uma resenha grande de três álbuns lançados recentemente, mas que não tive tempo (ou espaço) para escrever sobre eles no momento do lançamento.

Por três motivos distintos, optei por três artistas bem diferentes entre si – Sia, que lançou o “This Is Acting”, sétimo álbum na sua discografia, no dia 29 de Janeiro; Charlie Puth e seu debut “Nine Track Mind”, também lançado em 29 de Janeiro; e Kanye West, que até o momento só colocou o seu “The Life of Pablo” no famigerado TIDAL desde 14 de fevereiro.

Hora de conferir, de forma bem resumida, esta humilde opinião sobre esses três lançamentos.

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Previsões para o Grammy 2016 – The Madness Edition

A melhor coisa sobre as especulações em torno do Grammy é justamente essa época do ano – quando vazam as submissões enviadas pelas gravadoras à bancada de jurados, para a partir daí, eles fazerem o corte final dos indicados ao prêmio mais famoso da música. A partir dessa lista, a gente já pode fazer especulações mais direcionadas e tentar pensar quem serão os indicados de fato para o Grammy.

Eu tinha feito uma previsão anterior no final de julho, baseado no que já tinha sido lançado até aquela data. Mas nos últimos dois meses um verdadeiro turbilhão passou pela música pop, e não dá pra negar o peso dessas mudanças no xadrez que são as indicações ao Grammy. Por isso, como a minha análise se restringe ao pop field, basta dizer que, além dos indicados já serem de domínio público, algumas adições bem curiosas no Big Four precisam ser ressaltadas. Por isso o subtítulo do post ser “The Madness Edition”

Para bom entendedor…

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Previsão Video Music Awards 2015 [2] Melhor Vídeo de Hip Hop

Continuando a análise dos vídeos indicados ao Video Music Awards 2015 – nas categorias com votação do público – temos uma categoria com ótimos vídeos, Melhor Vídeo de Hip Hop. Provando que esse período de 2014/2015 foi um ótimo momento para o gênero, com o surgimento de novos artistas, consolidação de uma turma que já tinha aparecido há um bom tempo; além da consagração de Kendrick Lamar como a voz do nosso tempo, a disputa pelo Moonman será bem interessante.

No entanto, apesar de muitos trabalhos bem bacanas e até históricos, acho que o favorito será o trabalho mais “pop” e bem sucedido nos charts entre os cinco indicados.

BEST HIP HOP VIDEO
Fetty Wap – “Trap Queen”
Nicki Minaj – “Anaconda”
Kendrick Lamar – “Alright”
Wiz Khalifa ft. Charlie Puth – “See You Again”
Big Sean ft. E-40 – “IDFWU”

Confira a análise após o pulo!

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Previsão Video Music Awards 2015 [1] Melhor Colaboração

30 de Agosto é daqui a pouco, e uma certeza nós temos: é a de que o Video Music Awards 2015 promete, após surpresas entre os indicados e as tretas via twitter (que já foram resolvidas até o momento).

Este ano, as indicações são bacanas porque todos os vídeos são muito bons, cada um com sua característica especial, e em algumas categorias, qualquer um dos indicados merece a vitória. Em “Melhor Colaboração”, a disputa é entre hits massivos, alguns que quase fizeram história e outros que marcaram sentimentalmente os nossos corações. Por isso, essa categoria vai depender muito mais da MTV fazendo o voto de Minerva do que os fãs votando loucamente no site da emissora.

(porque você sabe, né, pode votar horrores, mas quem apita no final é a MTV)

Primeiro, os indicados

BEST COLLABORATION
Taylor Swift ft. Kendrick Lamar – “Bad Blood”
Mark Ronson ft. Bruno Mars – “Uptown Funk”
Wiz Khalifa ft. Charlie Puth – “See You Again”
Ariana Grande & The Weeknd – “Love Me Harder”
Jessie J, Ariana Grande, Nicki Minaj – “Bang Bang”

As análises seguem após o pulo!

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Previsões para o Grammy 2016

UPDATE: você pode conferir as previsões atualizadas (chamadas de “The Madness Edition”) aqui

A temporada de especulações sobre o Grammy do ano que vem começou! Jornalistas americanos como Paul Grein já fizeram suas previsões em JUNHO, mas seguindo a linha temporal do ano passado, decidi fazer as previsões por agora. O material já é vasto e os possíveis indicados estão meio que na cara, então acho que teremos pouquíssimas surpresas daqui até o final do ano. O período de eligibilidade para o Grammy vai de 1º de Outubro de 2014 até 30 de Setembro de 2015, ou seja, as bandas e os artistas que lançaram singles e álbuns nesse meio tempo podem submeter suas canções para a bancada do Grammy e torcer para que as escolhidas entrem no corte final.

A minha análise se restringe ao pop field, onde as cartas já estão lançadas desde o lançamento do “1989”, pra ser bem honesta, mas a depender do que as gravadoras mandem, podemos ter surpresas.

(lembrando que eu upo as previsões após o dia 30 de setembro com novas possibilidades porque até lá, muita água pode rolar)

A pergunta que não quer calar é: em quem já podemos apostar nossas fichas? Clique em “continuar lendo“!

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