Rihanna assassina vingativa em “Bitch Better Have My Money”

Rihanna Bitch Better Have My Money video

Rihanna quebrou a internet nesta madrugada! A rainha barbadiana lançou à uma hora da manhã (horário de Brasília) o vídeo do segundo single do álbum sem nome ainda (e que a internet e a indústria chamam de #R8), o urban pesadíssimo “Bitch Better Have My Money”. Enquanto o minimalismo musical e visual era presente no vídeo do primeiro single, “FourFive Seconds”, aqui a RiRi não economiza em nada – além da batida pesada e dura, no limite entre um urban menos pop e instrumental de hip hop; e a letra explícita sobre alguém que está devendo dinheiro a ela (ou seja, hino dos bancos que cobram o pagamento do cartão), o vídeo é grande, produzidíssimo, tem uma história sólida e com um belo twist final, além de participações estreladas – o policial é Eric Roberts (irmão da Julia Roberts e que você deve lembrar do clipe “Smack That”, do Akon) e o contador AKA The Bitch é Hannibal himself, Mads Mikkelsen.

O clipe mostra Rihanna sequestrando uma mulher e aparentemente pedindo dinheiro pelo seu resgate. O que começa com tortura e uma RiRi e suas amigas em high fashion revoltadíssimas com a falta de resposta, vira festança com maconha e paquerinha com policial; para no fim, descobrirmos que o foco do grupo não era exatamente a esposa, e sim o marido contador que roubou todo o dinheiro da Rihanna (o que realmente aconteceu com ela – a cantora teve um contador que lhe deu um golpe e quase a deixou sem dinheiro em 2009). Ela queria o dinheiro em troca da esposa, mas como ele estava se divertindo, RiRi preferiu retalhar o rapaz e pegar o dinheiro de volta. #SaveHannibal

Dirigido de forma cinematográfica pela própria cantora e os franceses do Megaforce (os mesmos de “Give Me All Your Luvin'”, da Madonna), o vídeo tem momentos brilhantes (como a câmera de cabeça pra baixo a fim de mostrar a “viagem” de Rihanna e as amigas no hotel), a fotografia sensacional, cores fortes, figurino haute couture e muita nudez, com free nipples aparecendo naturalmente no vídeo – e um close do bumbum da Rihanna numa das cenas mais divertidas do vídeo.

Mas o clipe é repleto de cenas divertidas e altamente gifáveis – e pode ser premiado, pela qualidade técnica do trabalho. Por isso, não me surpreenderia se estivesse na lista de indicados ao Video Music Awards, ou mesmo no Grammy.

Quanto ao impacto do vídeo nos charts, o timing do lançamento é praticamente inexistente né? A música foi lançada em Março, está no top 50 do iTunes e foi hit nas rádios urban, e de divulgação teve apenas o vídeo e a apresentação no iHeartRadio Awards – e só agora terá divulgação nas rádios pop. Seria incrível se ela tivesse lançado na época da performance, mas não podemos dizer que é tarde demais – pode ganhar sobrevida (não acredito num top 10 na Billboard) e o buzz do vídeo está alto nas redes sociais e sites (apesar do vídeo já ter sido bloqueado no Youtube pelo conteúdo). Pelo menos não ficou exclusivo só no TIDAL né.

De uma coisa é certa: top 10 do ano, “Bitch Better Have My Money” deve ser.

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Não vai mudar o mundo, mas é bem legal – “Everything is 4”, Jason Derulo

Cover CD Jason Derulo Everything is 4A minha impressão sobre a carreira de Jason Derulo sempre foi de alguns sucessos, mas de uma certa personalidade que mais parecia um lado B de outros artistas. Via o rapaz como um act substituto do Chris Brown, e ficava me imaginando porque mais um Chris Brown no mercado. No entanto, por conta das confusões deste último, e a estabilidade do Derulo durante sua trajetória – especialmente na Inglaterra, onde o cara tem vários #1 e excelentes peaks com outros singles, Jason se tornou um nome importante no cenário; especialmente após o sucesso viral de “Talk Dirty”, que foi hitar por último nos EUA e colocou o rapaz entre os hitmakers da atualidade.

Derulo conseguiu cumprir a lacuna que o Chris Brown deixou – daquele act R&B/urban/dançarino com forte apelo crossover e uma imagem mais agradável. No entanto, ao contrário de Brown, que de certa forma tem um apelo enorme entre o público urban, Jason Derulo tem apelo forte nas rádios pop, especialmente porque durante a carreira, os singles deles sempre tiveram essa identidade mais pop que o faz diferenciado dentro da cena masculina de black music. Ele não precisa “se entregar ao pop” – ele tem o pop em seu DNA.

Por isso que após o sucesso estrondoso dos singles “Talk Dirty” (que permitiu um relançamento do álbum “Tattoos” com faixas na pegada de TD) e “Wiggle” (do relançamento chamado “Talk Dirty”), o que se pensava era: o que Jason Derulo vai trazer? Um novo “Talk Dirty” ou algo diferente? Bem, com um hitaço como “Want To Want Me”, bem diferente dos singles mais urban do último álbum, o “Everything is 4”, seu novo álbum, está com boas expectativas. Previsto para lançamento dia dois de junho, vazou nesta terça-feira.

Será que Jason tem mais músicas com potencial neste CD? Confira no faixa-a-faixa!

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Uma ou duas coisas sobre o vídeo de “Pretty Girls”

, Los Angeles, CA - 04/9/2015 - Britney Spears and Iggy Azalea film a Music Video -PICTURED: Britney Spears and Iggy Azalea -PHOTO by: Vince Flores/startraksphoto.com -VIF32550 Editorial - Rights Managed Image - Please contact www.startraksphoto.com for licensing fee Startraks Photo New York, NY For licensing please call 212-414-9464 or email sales@startraksphoto.com Startraks Photo reserves the right to pursue unauthorized users of this image. If you violate our intellectual property you may be liable for actual damages, loss of income, and profits you derive from the use of this image, and where appropriate, the cost of collection and/or statutory damages.

Em primeiro lugar, desde o lançamento do novo clipe da Britney Spears, “Pretty Girls”, com participação da Iggy Azalea, que surgiu na popsfera ontem, eu sempre tiro um momento do dia pra assistir – seja no celular ou no notebook. O clipe é delicioso, divertido, despretensioso, trash na medida certa e mostra Brit Brit à vontade como há muito tempo a gente não tinha a chance de ver.

A história, inspirada no filme oitentista “Earth Girls Are Easy” (1988), conta as peripécias de uma alien interpretada pela Iggy, que acaba caindo na Terra, na casa de uma típica garota fútil (a Britney), que dá um banho de loja na extraterrestre e logo sai com ela pelas ruas de Los Angeles, com direito a product placement bizarro, Britney fazendo a sem noção e um break no meio da música pra gente lembrar dos bons tempos da princesa do Pop – a dança não é exatamente como antes, mas ela parece mais ativa e alegre que anos atrás.

A segunda coisa relativa a “Pretty Girls” é o impacto da faixa nos charts e a capacidade de se tornar viral. Em um dia, foram mais de três milhões de visualizações do clipe no Youtube, o que é considerado problemático em se tratando de um nome lendário como Britney (para efeito de comparação, nas primeiras 24 horas, o vídeo de “Anaconda”, de Nicki Minaj chegou a 19 milhões e 600 mil visualizações). O lançamento do vídeo até está ajudando na subida da música no chart digital, mas a música ainda não pode ser considerada um grande hit.

Esse hit, que eu estava prevendo pelo caráter radiofônico, atual, com um nome popular nos charts mas com o jeito da Britney, só seria possível, evidentemente, se a Britney realizasse performances nos lugares certos e lançasse através das plataformas certas, com o buzz necessário. No entanto, “Pretty Girls” (que terá sua primeira performance numa premiação bacana, o Billboard Music Awards), após o lançamento do single, ficou jogado no meio da guerra dos charts, sem o buzz devido – sem teasers do vídeo (que só apareceram praticamente um dia antes do lançamento do clipe), sem tweets pedindo que o público comprasse a música nem a famosa radio tour e as entrevistas nos programas.

É compreensível que Britney, neste momento, esteja envolvida na residência em Las Vegas, mas a esta altura do campeonato, após o flop monumental do “Britney Jean”, o que ela precisa é de exposição para fazer a música vender. Britney Spears está chegando naquela idade fatal para as mulheres na música pop – quando elas recebem resistência fortíssima das rádios e de um público desejoso de artistas cada vez mais jovens – e para quebrar essa resistência, o buzz e o viral (especialmente nas redes sociais, mais próximos do público jovem) são importantes. O vídeo de “Pretty Girls”, com o seu caráter retrô e divertido, chamou a atenção das redes sociais e dos sites de entretenimento, mas para quem veio de uma era extremamente problemática, apenas ser “Britney Spears” não é suficiente.

Exceto se é isso que ela realmente quer.

As linhas borradas dos samples

Se tem uma coisa que é mais comum que feuds na música pop é o uso dos samples. O sampling é o ato de usar uma parte de uma música (normalmente o instrumental) e utilizá-la para fazer outra música. Claro que dando os devidos créditos ao cantor/compositor original.

Normalmente, a gente encontra os samples no hip hop, mas algumas músicas pop famosas já se utilizaram desse recurso na construção de suas canções, tanto que muitas vezes, você acaba ouvindo uma música e percebendo que já a ouviu em algum lugar. Ou então achando que artista x plagiou alguma canção desconhecida e ninguém informou isso até agora.

Foi o que aconteceu comigo quando ouvi “Blurred Lines” do Robin Thicke pela primeira vez: eu achei que tinha sample de “Got To Give It Up”, do Marvin Gaye, e fiquei realmente surpresa quando soube que a composição não incluía os créditos do Gaye – ou seja, era apenas uma música parecida. Quando a família do Marvin colocou Pharrell e Thicke na justiça, tentando provar que a música era plágio, não me senti enganada – as duas músicas eram parecidas. Por isso, quando você sentir que “já ouviu aquela música antes” e achar que alguém está sampleando/plagiando um artista anterior, não tenha medo em procurar saber (ou desconfiar) sobre a canção.

E como a decisão já foi tomada nos EUA – declarando que “Blurred Lines” realmente tinha plagiado “Got to Give it Up” e que tanto Robin Thicke quanto Pharrell devem pagar uma soma milionária à família de Gaye, achei interessante fazer um post aqui sobre melodias e batidas emprestadas de forma honesta dos artistas originais – os samples. No caso, samples curiosos e não tão conhecidos de músicas que vocês amam, odeiam ou amam odiar (ou odeiam amar, tudo vale).

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Vai bombar em seu celular [2]: Tinashe e Ella Henderson

Finalmente vou cumprir uma de minhas promessas mais repetidas desde que iniciei este blog, há um ano: falar da Tinashe!

Mas essa linda não vem sozinha em mais um “Vai bombar em seu celular” – a seção que eu criei no blog para falar daqueles artistas que estão aí, rondando o mundo pop, seja com álbuns ou featurings, mas se ainda não receberam aquele empurrãozinho para aparecerem, falta isso aqui para que o mainstream o abrace de uma vez. Além da nova princesa do R&B, hoje também vamos falar de uma power vocalist vinda da terra da rainha, em mais uma invasão britânica: Ella Henderson.

Tinashe1. Tinashe

Tinashe Jørgensen Kachingwe tem 22 anos e quem já acompanha a popsfera deve ter pirado quando a moça, ano passado, lançou uma faixa cheia de swag e balanço, “2 On”. A música não chegou ao primeiro lugar das paradas – tampouco um top 10 no Hot 100 (o peak foi de #24, mas nos charts de R&B/hip hop a música chegou à quinta posição), o que colocou os olhos de parte do público e da crítica para o trabalho da moça, que já tinha participado de uma girl band na adolescência, The Stunners, e tinha lançado duas mixtapes antes do álbum debut, “Aquarius”, lançado em Outubro de 2014 com resenhas bem elogiosas de publicações respeitadas como a Pitchfork e a NME.

O álbum, “Aquarius”, é um achado. Com uma ambientação bem especial e uma identidade fortíssima para um debut de uma artista nova, tem toda uma atmosfera sensual, com letras bem diretas e uma musicalidade que remete à Janet Jackson, uma voz doce e aveludada que oscila entre uma Ciara com mais potência e uma imagem visual que me lembra muito a Aaliyah.

Apesar do álbum excelente e das boas escolhas para singles, Tinashe é mais conhecida do público consumidor de urban e dos ouvintes de pop que curtiram “2 On” e foram atrás da moça depois. Eu até pensei que com o remix de “Jealous”, do Nick Jonas, que conta com vocais dela, que seria um grande estouro, mas acho que o caminho para o sucesso da Tinashe está em mesclar a qualidade do material que ela apresentou em “Aquarius” com faixas igualmente interessantes para serem singles e que possam colocar o nome dela na boca do grande público. Por que se com uma música só teve burburinho em relação à moça (que chegou a se apresentar no BET Awards ano passado), imagine se a faixa for lançada em pleno verão, com uma batida viciante e um clipe que possa viralizar?

 

Ella Henderson2. Ella Henderson

A outra moça que merece a sua atenção é uma jovem de 19 anos vinda da Inglaterra. Gabriella Michelle Henderson, ou Ella Henderson, participou da edição de 2012 do X-Factor britânico, mas não chegou a vencer o reality show. Dois anos depois, a moça retorna com o debut, “Chapter One”, estreando em primeiro lugar no chart da Grã-Bretanha e colocando o lead-single em primeiro lugar por lá.

Aliás, “Ghost” – co-escrita por Ryan Tedder, o rei das obviedades – não difere muito em estilo de outros trabalhos do líder do OneRepublic, mas tem uma letra forte e uma batida empolgante, bem adequada para a voz poderosa, mesmo jovem ainda, da britânica. O que é legal na voz da Ella é que ela não chega com um vocal parecido com A ou B, tem uma identidade muito própria – não tão madura, mas também não tão juvenil.

“Ghost” ainda apareceu nos charts americanos, chegando até a 21ª posição na Billboard (e com subidas surpreendentes no iTunes); enquanto os singles seguintes “Glow”, a lindíssima “Yours” e “Mirror Man” não chartearam nos Estados Unidos, enquanto tiveram bons desempenhos na terra natal da moça. É claro que mesmo com todo o praise, quem acompanha o pop britânico sabe que do mesmo jeito que eles elevam os artistas novos ao céu, também podem colocar lá embaixo com um segundo trabalho que não seja satisfatório; mesmo assim, é sempre bom ouvir um álbum de pop puro, de produção simples, que tem pegada Adult Contemporary e é muito gostosinho de escutar – justamente aquele CD que, durante a audição, você vai gostando, se apegando, se identificando com alguma letra e quando vê, já está apaixonado.

Vale a pena torcer por essa moça.


E você, já conhecia o trabalho das duas? Deixe sua opinião sobre Tinashe e Ella nos comentários!

Beyoncé quer viralizar em “7/11”

Beyoncé 7 11 video

Após deixar o mundo embasbacado com o lançamento do sensacional BEYONCÉ, uma experiência literalmente audiovisual, com músicas de altíssima qualidade e clipes incríveis, Beyoncé decidiu ampliar os horizontes dos fãs com o lançamento da edição Platinum do álbum autointitulado, que chega às lojas agorinha, segunda-feira (24). Além das 14 músicas e dos 17 vídeos, tem também duas músicas novas – “Ring Off” (uma faixa com influências meio caribenhas, meio R&B) e “7/11” e quatro remixes. Além disso, os fãs podem conferir um DVD Ao vivo contando com 10 apresentações ao vivo da “Mrs. Carter Show World Tour” com comentários do artista e um encarte, e o mini-calendário oficial de 2015 da Beyoncé.

Ou seja, quem quiser comprar vai ter que coçar um pouco o bolso pra ter uma experiência completa com a Sra. Carter.

E aproveitando que o relançamento do CD ta aí na porta, Beyoncé lançou na sua página pessoal do Youtube e no site oficial, um clipe simplão para a faixa “7/11”, um batidão nervoso urban pra rebolar nas boates e fazer twerk como se não houvesse amanhã. “Simplão” porque vemos uma Beyoncé sem superprodução, sem maquiagem, sem cenários extravagantes, apenas ela, as amigas dançarinas, a filha Blue Ivy escondidinha na cama do quarto da mamãe, e muitas coreografias que a galera vai imitar nas versões “de segunda linha” do vídeo. A trollação não perdoa nem os presentes de natal de Beyoncé!

A música é visivelmente para aproveitamento para os fãs, porque não tem cara de hit crossover. É urban demais, nada radio-friendly e nem tem um refrão claro e manifesto pra gente se guiar. Se, por algum milagre dos streamings, a faixa fizer sucesso, será pelo nome Beyoncé e pela capacidade desse vídeo viralizar. Porque tem chances de viralizar – é fácil de ser reproduzido por qualquer fã: basta uma câmera estática, você e suas cinco amigas sem medo do ridículo e muitas coreôs imitadas com perfeição.

Agora, no geral, mesmo com potencial de ser um sucesso na internet, o clipe em si não é tão bom. Não por parecer low-budget, e sim por uma impressão pessoal de que a Beyoncé, uma grande controladora de todos os aspectos de sua carreira, não parece totalmente confortável fazendo a simples, festeira e bagunçada no quarto do hotel. Essa imagem está tão entranhada na minha cabeça que qualquer coisa que fuja desse conceito de “Beyoncé, a mulher no controle de tudo” soa fora de lugar, o que torna o vídeo artificial, como se ela tentasse passar uma imagem de “gente como a gente”, o que evidentemente nunca esteve associado a Beyoncé. Mas talvez seja algo apenas meu, porque a maioria das opiniões é extremamente positiva sobre o novo vídeo da Bey.

E aí, gostou? Acha que “7/11” tem chance de sucesso nos charts ou será um grande viral de internet?

BUNDAS Jennifer Lopez feat. Iggy Azalea “Booty” (Remix) BUNDAS

Jennifer Lopez Booty VideoApós a overdose de bundas e twerking nervoso de Nicki Minaj em “Anaconda”, Jennifer Lopez retoma os trabalhos do seu álbum “A.K.A.” com a faixa “Booty”. A faixa original tem o seu parceiro de uma vida inteira Pitbull, mas a gravadora, percebendo o potencial da faixa urban com influências orientais para fazer um barulho nos charts, trocou o featuring da música para uma das it-girls do ano, Iggy Azalea, com quem todos querem ter um feat. agora. Além disso, a união entre J-Lo – famosa pelo bumbum proeminente – com a australiana, conhecida por ter um derrière pronunciado, acaba fazendo da música (e do clipe) algo para ser visto e ouvido.

Pois bem, hoje foi lançado o clipe de “Booty”, com direito a muitas bundas – evidentemente – closes quase ginecológicos e muita pegação sutil entre as artistas, além de corpos molhados, suados e melados. O minimalismo do vídeo (em poucos cenários, paleta com poucas cores vivas) é cortesia também do diretor Hype Williams, conhecido pelos clipes para os artistas de urban e hip hop, que andou meio sumido da cena, e apesar de alguns takes meio ruins (leia-se amadores) do rosto da Jennifer Lopez, parece ter voltado à velha forma.

Por fim, o vídeo é bacana e vale para ver o enc$ntr$ entre J-Lo e Iggy, mas no duelo de bundas, a diversão trash e colorida da Nicki Minaj venceu de goleada. “Booty” até foi feito pra viralizar, vide os nomes envolvidos, mas após “Anaconda”, o vídeo soa datado e redutivo (by Madonna), mesmo que a música tenha sido lançada antes da faixa da Onika.

E você, o que achou do vídeo?