Será que existe mesmo a “maldição do quarto álbum”?

Fazer sucesso é um desafio que não começa só quando você lança o CD ou sai em tour. Às vezes, você não passa nem do primeiro single, ou é one-album wonder; mas geralmente pra chegar lá, é um percurso em que você precisa saber quem é musicalmente, ser inteligente, ouvir os mais experientes; e talvez engolir muito sapo (quer dizer, engolir as exigências da gravadora) até ter liberdade para ser “você” como artista.

Geralmente, quando o artista passa do primeiro CD, o segundo álbum é o desafio de mostrar que tem fôlego para resistir aos tubarões da indústria. Já o terceiro CD é, no geral, uma continuidade do sucesso e sedimentação do artista, que às vezes assume alguns riscos, mas nunca sem sair de sua zona de conforto. O quarto álbum, por sua vez, acontece num momento em que o artista, confortável com sua posição, decide que é hora de fazer algo “diferente”.

E é aí que ocorre a merda…

Muita gente acha que existe uma “maldição” envolvendo o quarto álbum de um artista – é o flop, o público e crítica se volta contra ele ou ela, e nada do que se faça será considerado positivo. Vamos ver se isso realmente faz sentido ou as motivações para o quarto álbum talvez não fazer sucesso sejam um pouco mais complexas. 

(lembrando que vou contabilizar nessa lista artistas que podem ter mais que quatro álbuns na discografia, mas alguns deles podem ser álbuns em outra língua, CD de natal ou algum álbum que seja de outro momento da carreira)

Katy Perry

Desconsiderando o “Katy Hudson” (2001), álbum lançado quando a californiana era uma cantora gospel, o criticado “Witness” (2017) é o quarto lançamento de Katy, e seguramente um dos que mais foi alvo de piadas e memes nos fóruns e mídias sociais por aí. O motivo foi que o material não era o mesmo que os anteriores: poucas faixas com potencial de hit, aparentemente um material descolado da imagem que Katy queria passar (o famigerado “pop com propósito”) e todas as declarações da artista foram recebidas com desdém ou críticas.

O fato é que, no “Witness”, a hitmaker Katy Perry sumiu – a única música com melhor desempenho foi o lead, “Chained to the Rhythm”, que conseguiu a quarta posição, bem longe de desempenhos anteriores da artista. Além disso, as mensagens contraditórias passadas por Katy durante a era (“pop com propósito” x músicas com apelo para as trends como “Bon Appetit”), assim como as entrevistas em que ela foi bastante criticada (lembram-se da história da “cabeça raspada” em relação a meltdown?) e as parcerias musicais questionáveis (oi, Migos) foram alvo de críticas e thinkpieces sobre o novo comportamento de Katy.

Mas, no geral, o péssimo desempenho de Katy nessa era (que incluiu também uma turnê abaixo da expectativa nos EUA – enquanto os números worldwide são bem melhores) se deve a três fatores bem consistentes: música pouco instantânea + imagem difusa em relação ao som + recepção ruim da mídia (aquela história clássica da “mídia escolhendo o novo alvo”)

(e olha que eu gosto do “Witness”…)

Christina Aguilera

Outro caso em que geralmente se contabilizam os álbuns excetuando o CD em espanhol (“Mi Reflejo”, 2000) e o álbum de Natal (“My Kind of Christmas”, 2000) é o de Xtina, cujo quarto CD virou até sinônimo de flop. O “Bionic” (2010) foi um investimento eletrônico da artista, conhecida por ser camaleônica, que ao invés de mostrar mais um lado eclético da estrela, virou alvo de piada na indústria e iniciou o longo limbo artístico de Christina Aguilera, que incluiu até um álbum filler, “Lotus” (2012) e incontáveis temporadas rodando na cadeira do The Voice.

O negócio com o “Bionic” foi que a ideia era ótima, e o momento perfeito – após se inspirar no passado com o “Back to Basics” (2006), Christina foi atrás do futuro com um álbum eletrônico, moda da época, num CD em que seu vocal foi controlado e usado em faixas bem distintas e bacanas, provando a versatilidade da artista. Só que aparentemente a gravadora bateu o pé e inseriu faixas “comerciais” como o pavoroso lead “Not Myself Tonight” e o clipe que gerou mais crítica que elogios pela ousadia; assim como uma postura considerada arrogante em entrevistas; e o problema principal – as famosas comparações com Lady Gaga, à época uma verdadeira unanimidade entre público e crítica.

Como Christina já tinha uma certa “fama” de arrogante e nunca foi uma figura tão aberta e likeable em relação às peers, o primeiro fracasso artístico foi basicamente alimento para os abutres se alimentarem (e nem citei o filme “Burlesque”, um pastiche musical em que ela foi protagonista e de tão ruim, não serviu nem para clássico camp). Mas acredito que os fatores que levaram ao flop monumental do “Bionic” – e por fim, da própria Xtina – estão relacionados a recepção ruim da mídia e público + material considerado inconsistente à época + approach questionável da própria carreira (o que inicialmente era louvável – a distância longa entre as eras e personalidades distintas em cada álbum, que indicavam ecletismo – se tornou a pedra no sapato da artista, que ficou taxada justamente de “sem personalidade”).

(e olha que eu gosto do “Bionic” e acho a constante mudança dela uma característica louvável, mas altamente compreensível que algo na abordagem dessa versatilidade não foi feita de forma fluida)

Avril Lavigne

Eu comentei aqui o quanto curti e achei fabuloso o novo single da canadense, “Head Above Water“, mas para que ela chegasse a esse triunfo, foi muito tempo de escolhas ruins de carreira e principalmente, missteps artísticos que geraram um limbo similar ao que ocorreu com Aguilera – porque o principal problema aqui para Avril é que o álbum inteiro dela, após “The Best Damn Thing” e o sucesso massivo de “Girlfriend”, foi um álbum filler: “Goodbye Lullaby” (2011).

Encabeçado pelos singles “What the Hell” e “Smile”, compostos pelo hitmaker Max Martin (sim, houve um momento no tempo em que Max Martin escreveu pra Avril), o álbum tinha um problema que é a cara de quem é da RCA: pressão da gravadora para singles mais comerciais, que nada tinham a ver com o resto do CD, de vibe mais reflexiva e menos “pop” que o último material. Para completar, até mesmo as músicas que não batiam com os dois primeiros singles, apesar de bem trabalhadas, eram pouco ou nada marcantes, o que deu ao álbum – e toda a era, marcada pelo óbvio desinteresse de Avril em divulgar o material – uma sensação de que “passou e foi embora”.

Marcada ainda pelo evidente descompasso da imagem “rocker” de Avril das duas primeiras eras (em que era considerada a “anti-Britney” no começo dos anos 2000) para a Avril adolescente e meio imatura que surgiu depois, a era “Goodbye Lullaby” ainda gerou a saída da artista da RCA para uma fase pouco frutífera na Epic (onde estava seu mentor L.A. Reid), com o lançamento de outro CD pouco marcante, “Avril Lavigne”, que ficou mais famoso por conter a faixa “Hello Kitty” e este clipe que… enfim, clique e veja. No fim, creio que os fatores que levaram a essa fase do flop foram:  material inconsistente à época + approach questionável da própria carreira + desinteresse pelo próprio material (que leva ao próprio desinteresse de público e crítica, bem mais empolgado com a era de sua “rival ideológica” Britney Spears na época)

Lady Gaga

Esse é um caso confuso, já que nem todo mundo considera o “ARTPOP” (2013) um flop (foi #1 no Billboard 200, teve top 10, a turnê foi um sucesso), mas em comparação com toda a recepção da Gaga nas outras três eras (bem, a própria artista considera “The Fame Monster” um segundo CD, quem sou eu pra questionar né gente) o fato era que tudo conspirava para as pessoas não gostarem nem dela nem mais do material.

Caso clássico de “a mídia que exalta é a mesma que derruba”, “ARTPOP” também é resultado de escolhas artísticas bem ruins (o CD é inchado, singles desperdiçados, por que R. Kelly quando se tinha Miguel, Usher, qualquer cantor afinado de R&B), assim como missteps na imagem da Gaga. Todo o exagero e arte que estávamos acostumados parecia over, e os vídeos (o grande forte dela) padeciam de uma total crise de criatividade. E as novidades como a rede social dos Little Monsters (quem se lembra?) e os gadgets tecnológicos viraram mais motivo de piada e gifs do que de interesse genuíno. Além disso, estava visível que havia algo muito errado com a saúde mental dela – as pressões de todos os lados cobraram um alto preço, e o resguardo que ela se deu, o rebranding para um público mais adulto com o álbum em parceria com Tony Bennett, ajudaram no retorno da Gaga às graças de um público cada vez mais diversificado, culminando com a consagração no cinema em “Nasce uma Estrela” (vou assistir assim que for possível, tô louca pra ver).

Lady Gaga é um case que nem todas as acts podem seguir, de rise-and-fall-and-rise-again, porque o seu processo tem ligamentos complexos, como as interseções entre canto e atuação, a versatilidade de sua voz e o fato de que sim, a mulher é uma artista completa; mas o processo que levou ao “ARTPOP” ter sido uma era tão confusa e que você pode até classificar como flop (a depender do fandom) pode ser resumido por:  recepção mixed da mídia + saturação por parte do público + escolhas artísticas inconsistentes 

Beyoncé

Após o sucesso do “I Am… Sasha Fierce”, o CD mais pop de Beyoncé, que rendeu seis Grammys na mesma noite e o nome da artista no panteão de grandes vencedores da premiação, o que ela deveria fazer? Qual o caminho seguir? O que mais faltava para Beyoncé fazer, musicalmente falando?

Simples, mudar o jogo.

Okay, okay, para todos os efeitos, Bey mudou o jogo com o selftitled, especialmente nas formas de lançamento (o álbum visual jogado do nada no iTunes), mas nada disso seria possível com a construção da imagem e o refinamento musical que ela trouxe com o “4” (2011). Apesar de muitos considerarem, especialmente na época, um CD que não trouxe o mesmo impacto do “Sasha”, e dessa forma uma underperformance, o fato é que esse CD deu sim um hit à Bey (“Love on Top”), mas acima de tudo, é a transição perfeita da Beyoncé hitmaker para Beyoncé artista.

Aclamado criticamente por não ter se rendido à moda do eletropop que assolou os charts pop da época e ido atrás de algumas sonoridades anos 80 e 90 (como em “Party” e as baladas, especialmente “Best Thing I Never Had”), “4” foi além da libertação de Beyoncé de seu pai empresário Mathew Knowles, mas também deixou ela livre pra fazer o que queria musicalmente sem se preocupar com charts ou o grande público. Não existiria “Lemonade” sem o “4”.

Taylor Swift

Taylor Swift já era uma vencedora de Grammy de Álbum do Ano, e ainda tinha sido aclamada como compositora de mão-cheia (com “Speak Now”, escrito em sua totalidade por ela). Já consolidada no country field e com apelo pop crossover gritando para ser usado, o que Taylor faz em seu quarto álbum? A transição da Taylor country-girl para a Taylor superstar.

Entra em cena “Red” (2012), em que a própria estética da artista ganha um certo glow-up: batom vermelho, cabelos lisos, preppy clothes e uma vibe meio retrô; a estética dos vídeos ficou mais pop: clipes com mais apelo e produção esmerada (“I Knew You Were Trouble” foi uma surpresa pra mim na época, mas funcionou bem como uma verdadeira introdução pop da Taylor); além de performances em awards que tinham visual interessante para atrair um público pop, com direito a coreografias.

Musicalmente falando, “Red” tem suas experimentações com pop, eletrônico, rock, piano-based e country, evidentemente; com um resultado surpreendentemente coeso – e mesmo as faixas que fogem claramente dessa coesão (como “22” e “I Knew You Were Trouble”) fazem sentido dentro da proposta de Taylor para o CD. 

O resultado foi mais um álbum com recorde de vendas na primeira semana, dois grandes hits, aclamação da crítica e indicações ao Grammy às pencas. Ah, e a confiança para lançar “1989”, seguramente seu melhor álbum pop.

Rihanna

Após o sucesso do “Good Girl Gone Bad”, que colocou Rihanna no nível das estrelas A-list do pop, todo mundo esperava o próximo passo da barbadiana. No entanto, a agressão sofrida nas mãos do ex-namorado Chris Brown trouxe não apenas um trauma exposto para o mundo inteiro através das fotos vazadas do rosto dela machucado – a terrível experiência influenciou na sua musicalidade (e até mesmo algumas abordagens estéticas – já viu que depois disso ela passou a matar homens nos clipes?). Assim, surgiu “Rated R” (2009), primeira mostra de uma maturidade artística e versatilidade, tocando em pontos pessoais como nunca mais faria na carreira.

“ANTI” é celebrado, mas não existiria sem o RR.

Em “Rated R”, Rihanna continua a sua mistura de pop, R&B, pop/rock e urban que vimos no GGGB, mas com temáticas mais pessoais, obscuras e com referências não-tão-sutis ao seu relacionamento com Chris Brown. Esteticamente falando, foi o começo da Rihanna fashion icon, ainda tateando os limites de sua crescente influência (e sendo comparada com a fashion it-girl da época, Lady Gaga).

Pode não ter tido hits massivos como no álbum anterior (difícil superar o momento que foi o “Good Girl Gone Bad”), mas a era garantiu um hit pronto, “Rude Boy”, e mais um #1 na conta da barbadiana, que nunca mais ficou uma era sem uma faixa no topo das paradas. (mas jamais perdoarei ter desperdiçado “Fire Bomb”!)

Madonna

O caso da Rainha do Pop é diferente porque 1. ela é a Rainha do Pop; e 2. “Like a Prayer” (1989) não é apenas um excepcional álbum, é o template de uma era pop com propósito, conceito, arte e controvérsia que várias acts de hoje tentam fazer. Toda artista feminina que se diz pop deve ter esse CD em casa e estudar todo dia os clipes para saber como criar conversação dentro do showbiz e ainda sair por cima.

O álbum já era uma evolução musical do trabalho anterior, “True Blue”, inspirado no seu relacionamento com o então marido Sean Penn. Em LAP, gospel, funk, dance e R&B são inseridos na sonoridade pop da rainha; mas agora, Madonna passa a ser estudada de fato. Empoderamento feminino, sexualidade, amor, relações familiares fragmentadas, religião, tudo isso e muito mais num combo musical que gerou hits atemporais (“Express Yourself”, “Like a Prayer”, “Cherish”), vídeos até hoje discutidos (como o de “Like a Prayer”) e que consolidaram carreiras (David Fincher deve ter um altar em casa para duas artistas pop, e uma delas é Madonna), provando não apenas uma evolução estética em sua imagem como também uma evolução técnica na arte do vídeoclipe. Madonna compreendeu perfeitamente a importância da imagem na construção e sedimentação de um act pop.

Kelly Clarkson – foi o terceiro CD, “My December” (2007), que não conseguiu repetir o sucesso e impacto do “Breakaway”. O álbum era ótimo, apesar de não ter faixas tão instantâneas, mas pode creditar o insucesso ao boicote da própria gravadora. Clive Davis e Kelly estavam em treta aberta em 2007.

P!nk – assim como Kelly, foi o terceiro álbum, “Try This” (2003), o que causou problemas na trajetória bem sucedida da Rosa. Falhou em repetir o sucesso do “M!ssundaztood”, e apesar das críticas positivas, a artista também creditou o insucesso a como a gravadora (Arista) divulgou o CD. O álbum seguinte, “I’m Not Dead”, já foi em outro selo, LaFace.

Justin Timberlake – o mais recente nome nesta lista de flops, encontrou o insucesso com o pavoroso “Man of the Woods” (2018), o quinto álbum na discografia (pois é, contam o 20/20 parte II como um quarto CD…). Apesar de ter obtido top 10, a divulgação do álbum foi massiva (com direito a um SUPERBOWL) e o resultado foi que veio, lançou e passou sem nenhuma marca.


Conclusão

Se você percebeu bem, nem todos os casos de quarto álbum são flops monumentais. Várias artistas citadas aqui (e até mesmo quem não lembrei, como Britney) tiveram a quarta era como um grande momento na carreira, seja pela transição sonora ou por evoluir o time que já estava ganhando.

Talvez esteja aí o segredo desses sucessos. Beyoncé e Taylor já eram consagradas em suas trajetórias, e uma transição sonora não era uma surpresa. Era um caminho. Mas se você perceber, nenhuma delas negou o passado – a sonoridade de sempre ainda estava lá, mas mesclada com experimentações ou o retorno ao passado. E suas imagens foram se moldando junto com elas. Facilitou para ambas o fato de que, mesmo com uma mídia cada vez mais exigente, com tabloides muitas vezes criando factoides e buzz negativo, elas se mantiveram de pé, aos poucos mudando a forma de abordagem de suas próprias carreiras diante da imprensa.

(Rihanna é um outro tipo de act cuja carreira navega em águas que nenhuma das citadas aqui funciona)

Ao contrário delas, quem encontrou o flop (ou uma performance abaixo da crítica) nesse período já tinha uma imagem mais ou menos polarizadora junto à imprensa – e o próprio material musical não foi uma evolução da sonoridade anterior (Lady Gaga não deveria fazer um “ARTPOP” após um “Born this Way”; e Avril precisava de um material mais forte e mais coeso do que as faixas do “Goodbye Lullaby”… o exemplo da P!nk estava ao lado), assim como a própria imagem estética era em nada uma mudança para melhor – e sim para algo mais confuso (o que incluía vídeos aquém do nível apresentado anteriormente – Gaga, Katy, Xtina – e imagem que não casava em nada com o som que se pretendia apresentar – Katy com os looks do “Witness” que não faziam sentido com aquela capa psicodélica; e Aguilera que vendeu futurismo mas os visuais…). 

Ou seja, na quarta era, para um artista conseguir superar as tentações de mudar radicalmente o estilo e se manter resistente à má-vontade de tabloides e de um público volúvel, é importante que ele ou ela pense no quarto CD, se for de transição, que seja uma transição próxima ao som que ele já fazia; que sua imagem represente uma evolução em relação a eras anteriores (e que case com o som que você vai fazer) e que o artista e sua entourage sejam resistentes às críticas e tentações de uma parte da mídia que deseja a todo custo derrubar quem foi elevado.

E sempre ouvir quem te diz não. Nunca se rodear de “yes men” e achar que tudo que você faz cola.


Agora é com você! Qual é o artista que você acha que terá uma quarta era bem-sucedida no futuro, e quem você pensa que terá dificuldades? De quem lançou quarto CD recentemente, quem parece estar flopando e qual o artista que está fazendo sucesso?
Quem eu devo ter esquecido nesse post? Fique à vontade para comentar!

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5 comentários sobre “Será que existe mesmo a “maldição do quarto álbum”?

  1. Acho que dizer que o 4 fez sucesso e forçar muito,não teve nem um top 10 e dos álbuns da Bey foi o que menos ganhou grammys
    com tudo acho que a maldição do 4° álbum pode afetar os atritas de diferentes formas na era in the zone Britney começou seu pesadelo ate o famigerado 2007, já Taylor saiu sem nem um grammy e ainda recebeu perseguições da mídia nesta era, shake it of e blank space são respostas desta perseguição que cominou no Rep. Rihanna teve um hit mais muitas eras flopes tem pelo menos um hit: applause, Chained to the Rhythm, No tears lefe to cry, mas ao mesmo tempo o RR não chegou nem perto do GGGB e ainda teve o caso Chris Brown.

    • Pode ser que o “4” não tenha feito sucesso nos padrões que ela tinha se colocado no “I Am”, mas o álbum teve impacto numa época em que essa sonoridade praticamente não era popular (ela fez R&B no auge do eletropop). “Love on Top” e aquela performance deram uma vida nova ao álbum, e vendo em retrospectiva, é um CD que deu força pra Bey fazer o rebranding da carreira dela

      Eu não consigo pensar no Red como flop de forma alguma (o álbum teve mais de um milhão na primeira semana) e dois hits massivos, um deles #1. Tipo, se for pensar na falta de Grammys, nomes como Katy Perry e Bruno Mars, que concorreram com Adele em 2012, floparam (e ninguém diz que as eras Teenage Dream e Doo-Wops and Hooligans são flops). Enfim, eu não consigo ver em números frios porque tem um contexto que inclui até mesmo o tipo de música que esses artistas lançaram na época e qual era o zeitgeist musical pra eles lançarem o material – Rated R não chegou perto dos números de GGGB especialmente porque aquele álbum não era fácil de ser vendido, não tinha hits prontos e a música mais solar foi justamente o maior hit. E a mudança de imagem da RiRi foi muito brusca, compreensivelmente.

  2. Oi Marina!
    Gostei bastante deste post!
    Um quarto álbum que fez sucesso também foi Daydream da Mariah Carey.
    Gostaria de sugerir um tema legal que alguns dias estava pensando em coincidências na musica pop,por
    exemplo quando as gilgroups Wilson Phillips e En vogue lançaram musicas de mesmo nome(“Hold on”)no mesmo mês e no mesmo ano.

    Agradeço a atenção!

  3. Aaaaaaaaa como esquecer do in the zone? Kkkk
    Talvez seja cedo pra dizer, mas acho q o sweetener pode entrar na lista de quarto album q foi sucesso

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