Previsões para o Grammy 2016 – The Madness Edition

A melhor coisa sobre as especulações em torno do Grammy é justamente essa época do ano – quando vazam as submissões enviadas pelas gravadoras à bancada de jurados, para a partir daí, eles fazerem o corte final dos indicados ao prêmio mais famoso da música. A partir dessa lista, a gente já pode fazer especulações mais direcionadas e tentar pensar quem serão os indicados de fato para o Grammy.

Eu tinha feito uma previsão anterior no final de julho, baseado no que já tinha sido lançado até aquela data. Mas nos últimos dois meses um verdadeiro turbilhão passou pela música pop, e não dá pra negar o peso dessas mudanças no xadrez que são as indicações ao Grammy. Por isso, como a minha análise se restringe ao pop field, basta dizer que, além dos indicados já serem de domínio público, algumas adições bem curiosas no Big Four precisam ser ressaltadas. Por isso o subtítulo do post ser “The Madness Edition”

Para bom entendedor…

Melhor Álbum Pop

Prováveis indicados

“1989”, Taylor Swift
“Title”, Meghan Trainor
“Uptown Special”, Mark Ronson
“How Big, How Blue, How Beautiful’, Florence + the Machine
“Nick Jonas”, Nick Jonas

Wild card: EMOTION, Carly Rae Jepsen

Cover CD Meghan Trainor TitleEstou em choque até agora que não mudei uma das minhas considerações sobre a primeira previsão. O fato é que, para o pop puro, tiveram poucos lançamentos de impacto (seja por causa da dominação de poucos singles ou de poucos artistas), além dos grandes nomes não terem tido um ano forte. O fato é que “1989” é lock e favoritíssimo ao prêmio, enquanto títulos como o “Title” podem entrar no corte final porque Meghan foi a novata que conseguiu hitar todos os singles do seu álbum de estreia (e a baladinha “Like I’m Gonna Lose You” já está bombando), além do CD, apesar das críticas mistas, teve uma recepção interessante e é um bom álbum; além do “Uptown Special”, carregado pelo mastodôntico hit “Uptown Funk”.

E as possibilidades parecem bem evidentes aqui – a gravadora da Florence submeteu “How Big, How Blue, How Beautiful” a Álbum Pop (o que eu não teria feito, e sim emplacar Alternativo ou até mesmo Rock); e creio sinceramente em Nick Jonas no corte final. Não me surpreenderia se a “cota teen” fosse a dele, mesmo que o selftitled passe longe do conteúdo adolescente.


A minha wild card é o EMOTION da Carly porque o álbum, apesar do fracasso nos singles (infelizmente “I Really Like You” não aconteceu), foi recebido muito bem (e digo muito bem mesmo) pela crítica. Um álbum também de sonoridade oitentista, mas que vai um pouco mais além que o “1989”, por exemplo, poderia ser levado ao corte final pelo retorno de crítica. No entanto, como o Grammy considera tanto crítica quanto impacto no público, o trabalho da Carly Rae Jepsen pode passar despercebido. Além disso, a imagem de One Hit Wonder da canadense piora as chances do álbum chegar ao corte final.

(mas se chegasse? Acho que quem saía era o Nick. É o álbum mais frágil da lista)

Melhor Performance Pop em Duo ou Grupo

Possíveis indicados

“Like I’m Gonna Lose You”, Meghan Trainor feat. John Legend
“Uptown Funk”, Mark Ronson feat. Bruno Mars
“Bad Blood” Taylor Swift feat. Kendrick Lamar
“Love Me Harder”, Ariana Grande & The Weeknd
“See You Again”, Wiz Khalifa feat. Charlie Puth

Wild cards: “Ship To Wreck”, Florence + The Machine
“Good For You”, Selena Gomez feat A$AP Rocky

De acordo com as submissões das gravadoras e o desempenho dos singles nos últimos meses, a minha previsão de corte Cover Wiz Khalifa feat Charlie Puth See You Againfinal ganhou alguns contornos curiosos – já que algumas das minhas suspeitas acabaram se confirmando – e outras me surpreenderam. “Like I’m Gonna Lose You”, que era um chute no escuro, pra mim tem chances grandes de entrar no corte final, por já se configurar como hit e pelo fato de eu considerar “Title” também uma provável indicada no corte final.

Já o remix de “Bad Blood” com Kendrick Lamar foi submetido nesta categoria. Eu tinha deixado em aberto a possibilidade da faixa ser elegível aqui porque ela poderia entrar em Melhor Gravação de Remix, Não-Clássico. Mas como a submissão passou, acho que a música é lock. Só não dou o veredito de vencedora porque aqui ela tem que concorrer com dois hits mastodônticos do ano: “Uptown Funk” (que eu classifico como favorito) e “See You Again” (a minha surpresa, já que eu não imaginava que a gravadora do Wiz Khalifa mandaria a faixa para o pop field.)

E “Love Me Harder” pode entrar aqui pelo fator Abel Tesfaye, aka The Weeknd. O homem tem chances de emplacar toda e qualquer indicação possível, não me surpreenderia se uma música mais “antiga” lançada pela Ariana Grande quando o The Weeknd não era mainstream passe pelo corte final. E a música é brilhante, merece ser lembrada.

(se a Natalie La Rose tivesse mantido o momento que ganhou com “Somebody”, acho que seria uma indicada no corte final. Mas a moça sumiu após “Around the World”…)


Como eu percebo a Meghan Trainor e a Ariana como os elementos mais frágeis dessa categoria, acho que existem dois wild cards interessantes que a bancada pode incluir. Se Florence + The Machine emplacar uma indicação com o “How Big How Blue How Beautiful”, pode ser que “Ship To Wreck” emplaque uma indicação. Florence Welch e sua turma já foram indicados em 2013 por “Shake it Out” (perderam para “Somebody That I Used To Know”), por isso, uma das vagas que não são para Mark/Bruno, Wiz/Charlie e Taylor/Kendrick pode ir para Florence.

Já a Selena Gomez é um tiro no escuro (ai ai esses tiros no escuro). A música foi um hit que cresceu por si só, e teve uma recepção muito boa da crítica. Não sei como a bancada ainda vê a moça, mas “Good For You” mostra que os dias de Disney Star da Selena já passaram há muito. E nos aspectos de produção, interpretação e trabalho vocal, a faixa é impecável.

Melhor Performance Pop Solo

Prováveis indicados

“Blank Space”, Taylor Swift
“Can’t Feel My Face”, The Weeknd
“Thinking Out Loud”, Ed Sheeran
“Lips Are Movin”, Meghan Trainor
“Love me Like You Do”, Ellie Goulding

Wild card: “Chains”, Nick Jonas

Cover The Weeknd Can't Feel My FaceSe bobear, essa pode ser a lista de indicados final mais “antiga” em muito. Tirando “Can’t Feel My Face”, todas as outras indicadas já tem um bom tempo de trajetória nos charts. E com essa lista de indicados, eu posso arriscar que “Blank Space”, um dos locks do corte final, não é mais tão favorita. Eu classifico essa categoria como a grande briga de foice do Grammy no pop field. Podemos ter o inescapável master hit, highlight do “1989”; “Love me Like You Do”, ainda mantendo aquela teoria de que 2015 foi o ano das soundtracks (pelo menos uma tem que ter em cada categoria); grandes sucessos como “Thinking Out Loud” e “Lips Are Movin”; e talvez o maior rival da Taylor aqui – The Weeknd.

O segundo semestre de 2015 foi todo do Abel, com dois #1, e um sucesso estrondoso que é “Can’t Feel My Face”. Bem fresca na cabeça dos votantes e podendo coroar um ano histórico para o canadense, a música ainda tem uma pegada vintage, inspiração nos clássicos, e teve uma recepção muito positiva. Pra mim é lock, e o rival mais formidável de “Blank Space” na categoria.


Acho que o prêmio de GENTE SEM NOÇÃO DAS COISAS do dia é da Island, gravadora do Nick Jonas. Como uma pessoa que teve um hit absoluto como “Jealous” submete “Chains” em tudo? Eu já dava como certa uma provável indicação da faixa, especialmente considerando que exceto por CFMF, não tiveram outras faixas solo de grande impacto nos últimos tempos que poderiam ser elegíveis nessa categoria. Eu adoro “Chains”, a música foi super bem recebida, e também foi hit; mas “Jealous” teve uma repercussão enorme para o Nick, em especial na mudança de imagem dele diante do público, e como força nas rádios. Achei bola fora mesmo.

General Field – possibilidades

Record of the Year (aqui o prêmio vai para o cantor e produtor da faixa)

Nem eu acredito muito numa lista final tão pop, mas acho que o “pop” aqui está no sentido de popularidade e impacto, Cover Taylor Swift Blank Spacee não em gênero especificamente. Os prováveis indicados que eu pensei bebem de várias fontes – desde o R&B, passando pelo funk, hip hop e synthpop; sem contar com a indicação country de lei.

Prováveis indicados:

“Uptown Funk”, Mark Ronson feat. Bruno Mars
“Blank Space”, Taylor Swift
“Can’t Feel My Face”, The Weeknd”
“See You Again”, Wiz Khalifa feat. Charlie Puth
“Girl Crush”, Little Big Town / “Take Your Time”, Sam Hunt

– Continuo com as minhas considerações sobre UF: é lock e favoritíssima a levar o prêmio. A música tem uma produção impecável, teve aclamação universal e foi um monstro de bem sucedida – sem contar o viral absurdo no primeiro semestre.
– “Blank Space” é outra lock pra mim, mas não vejo como vencedora óbvia. Mesmo assim, é uma favorita – destaque do “1989”, com produção equilibrada e com detalhes bacaninhas de audição, tem uma pegada levemente retrô mas consegue soar atual e universal.
– “Can’t Feel My Face” é The Weeknd entrando pra confirmar o incrível ano que teve. A música merece muito uma indicação: produção vintage e moderninha ao mesmo tempo, música viciante e interpretação on point do Abel.
– SYA cumpre a cota mais urban/hip hop (mesmo que essa frase fique completamente sem sentido, com a faixa indicada no pop field). Foi um hit desruidor e seria injusto da bancada esquecer a faixa no corte final.
– Na cota country, ainda aposto em “Girl Crush” pela polêmica e impacto dentro do meio country; mas “Take Your Time” foi o sucesso crossover que o Grammy adora dar uma chance.

(outros que podem entrar na lista são ; “Love me Like You Do”, da Ellie Goulding; “Thinking Out Loud”, do Ed Sheeran; “Chains” do Nick Jonas; “Lips Are Movin” da Meghan Trainor; “Trap Queen” do Fetty Wap; e “Honey I’m Good”, do Andy Grammer; “Lean On” do Major Lazer. Nesse caso, eu acho que o elemento mais “frágil” da lista é “See You Again”)

Song of The Year (aqui o prêmio vai para os compositores da canção)

Cover Little Big Town Girl CrushAs mudanças são substanciais, mas importantes. Vou explicar com muita calma a diferença entre a primeira previsão que fiz e essa.

Prováveis indicados:

“Blank Space”, Taylor Swift
“Girl Crush”, Little Big Town
“Coffee”, Miguel / “Can’t Feel My Face”, The Weeknd
“Alright”, Kendrick Lamar
“Uptown Funk”, Mark Ronson feat. Bruno Mars

– Eu enquadraria BS como favorito e provável vencedor, mas hoje eu vejo apenas como lock e um dos favoritos. A emergência de CFMF e principalmente, as últimas análises que fui acompanhando, colocando UF no corte final (mesmo com os 11 compositores, samples e afins), podem tirar esse gramofone da Swift. Mas não devemos subestimar a força da jovem, nem do trabalho do midas Max Martin.
– Continuo apostando em  “Girl Crush” aqui, apesar de ser uma música “antiga” dentro do período de eligibiidade. A letra acabou causando polêmica no meio country, mas a mandatória cota country tem que existir. Acho que aqui tem mais impacto a faixa que “Take Your Time”, por exemplo.
– Aqui é que a confusão começa. Miguel está com um álbum aclamadíssimo, tem uma música que é muito Grammy Material – “Coffee”, e já foi indicado outra vez. No entanto, apesar de concorrer nas pops, “Can’t Feel My Face” vem embalado pelo furacão The Weeknd, e o artista menos “bombado” pode ficar de fora, já que o impacto de “Coffee” não foi o mesmo.
– Cumprindo a cota hip hop”, acho que Kendrick tem MUITAS chances de emplacar “Alright” aqui, na esteira de prováveis locks no rap field e na (óbvia) indicação a Álbum do Ano. A música é poderosa e teve um impacto imenso na comunidade negra americana, mostrando o caráter timeless de todo o “To Pimp A Butterfly”.
– E por último, mas não menos importante, apesar da letra de “Uptown Funk” não ser exatamente uma das sete maravilhas do mundo (mas extremamente viral), a música foi um smash; e mesmo com os benditos 11 compositores e samples, agora a bancada aceita indicação de faixas com sample, então acho que a música entra no corte final. Com grandes possibilidades de levar o prêmio.

(outros que podem entrar na lista são “Love me Like You Do”, da Ellie Goulding; “Thinking Out Loud”, do Ed Sheeran; “Chains”, do Nick Jonas; “Uma Thurman”, do Fall Out Boy; “Something From Nothing”, do Foo Fighters ; “Trap Queen” do Fetty Wap; e “Take Your Time”, do Sam Hunt. Só não sei quem sairia no lugar… don’t believe? just watch!)

Best New Artist

A categoria continua esquisitíssima, mas com o vazamento das submissões, dá pra gente analisar como será o corte Tinashefinal dos indicados. Não acho que a bancada vá fugir muito dessa previsão, e sinceramente, existe a chance desse Grammy ser um dos mais disputados em anos, com indicados com grande potencial de sucesso.

Fetty Wap (a cota de hip hop, tem três hits nos Estados Unidos, álbum já foi lançado e com certeza vai ser indicado em todos os lugares do rap field)
Tinashe (cota R&B/urban, o Aquarius foi aclamadíssimo, e com o segundo álbum, o “Joyride”, a moça está aparecendo bem mais para o público mainstream)
Sam Hunt (a cota country de sucesso e visibilidade dentro do gênero)
Meghan Trainor (como a moça pode ser indicada a melhor novo artista, apesar dos três álbuns lançados de forma independente, a cota pop é dela. E vejo a moça como favorita ao prêmio)
A tradicional cota alternativa de um desconhecido qualquer que o Grammy adora surpreender (aka a Esperanza Spalding da vez)

Album of the Year

Ou “a última bolacha do pacote” e “a figurinha premiada”, a categoria de Álbum do Ano é o que todo mundo quer levar. Para ganhar esse gramofone, não é apenas ter um bom álbum. É importante ter um álbum que seja Grammy Material. É importante que o trabalho tenha tido ao menos uma boa recepção da crítica. Se tiver sido um arrasa quarteirão, um fenômeno de vendas, ou ter tido um impacto cultural forte, melhor ainda. Mas a bancada pode escolher determinado CD só por divisão de votos, numa daquelas escolhas que ninguém entende e jamais entendera pelos próximos anos. Essa é a crueldade e a singeleza da premiação: surpreender quem esperava o óbvio.

Cover CD Alabama Shakes Sound & ColorApesar dos poucos grandes álbuns lançados, o período de eligibilidade trouxe lançamentos interessantes e de grande impacto. Por isso, em relação à última previsão, as mudanças em Álbum do Ano são pequenas, mas importantes.

É o efeito “The Weeknd”.

Prováveis indicados [1]

“1989”, Taylor Swift
“Beauty Behind the Madness”, The Weeknd
“To Pimp A Butterfly”, Kendrick Lamar
“Black Messiah”, D’Angelo
“Sound & Color”, Alabama Shakes

(aqui tem todas as cotas possíveis e prováveis: o álbum pop mais aclamado do ano, o álbum de hip-hop que justamente trouxe reflexões e vem influenciando fora das esferas musicais; a cota R&B de um álbum vindo de um artista importante para o gênero após um hiatus de 14 anos; a cota rock/indie da lista, a famosa safe choice do Grammy; e a outra cota mais R&B, desta vez do artista mais bem sucedido do segundo semestre. A Meghan, que eu tinha colocado aqui nas previsões anteriores, fica de fora porque o “Title” é muito aquém dos outros lançamentos).

Prováveis indicados [2]

“1989”, Taylor Swift
“Uptown Special”, Mark Ronson
“To Pimp A Butterfly”, Kendrick Lamar
“Black Messiah”, D’Angelo
“Sound & Color”, Alabama Shakes

(nesse caso, “Uptown Special” entra impulsionado por UF; e na divisão de votos da cota R&B, The Weeknd sai e D’Angelo fica.)

Prováveis indicados [3]

“1989”, Taylor Swift
“Uptown Special”, Mark Ronson
“To Pimp A Butterfly”, Kendrick Lamar
“Beauty Behind the Madness”, The Weeknd
“Sound & Color”, Alabama Shakes

(aqui, a divisão de votos da cota R&B tira o D’Angelo e deixa o The Weeknd)

Prováveis indicados [4]

“1989”, Taylor Swift
“Uptown Special”, Mark Ronson
“To Pimp A Butterfly”, Kendrick Lamar
“Wildheart”, Miguel
“Sound & Color”, Alabama Shakes

(aqui o modificador é se o álbum do Miguel tiver força pra passar pelo corte final. Não rolariam três álbuns masculinos do mesmo gênero – R&B? hahaha sonha; fazendo um esforço e sendo boazinha, apenas dois. Mas aí ficaria “Wildheart” e “Beauty Behind the Madness”, com o Abel tirando a vaga do Mark)

***

Repito o que disse na outro post sobre o assunto: não leve essas previsões como a verdade nada mais que a verdade. São chutes, suposições e tentativas de adivinhar o pensamento da bancada, com o apoio do que já vinha lendo sobre o assunto nas últimas semanas, mas pensando também nos movimentos dos jurados do Grammy no passado. Não dá pra dizer “tudo que eu disse vai acontecer hahah sou mãe Dinah” – esse post é uma forma da gente tentar entender como pode funcionar a escolha dos indicados do Grammy 2016 e analisar se provavelmente o seu ou a sua fave pode conseguir aquela indicação sofrida, nem que seja pra se sentar na segunda fileira e estar feliz em ter o nome lembrado.

Agora é a sua vez! Quem você acha que pode ser indicado, após o período de eligibilidade?

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6 comentários sobre “Previsões para o Grammy 2016 – The Madness Edition

  1. Já está no momento da Academia reconhecer a Florence com um gramofone e reparar o erro que cometeu em não premiar o ótimo Ceremonials. Dentre os prováveis indicados ao Best Pop Vocal Album, ela é a que tem o trabalho mais consistente e melhor avaliado pela crítica.

  2. Concordo em quase tudo, só fazia pequenas alterações no plano pop ( que é aquele que acompanho).
    Em melhor album pop senti falta do do the weeknd ou ele não submeteu nessa categoria? Também colocava como wildcard o piece by piece da kelly, pois embora não tenha feito muito sucesso, é uma das queridinhas da bancada e como a categoria não tem assim tantos candidatos fortes é possivel a sua nomeação.
    Em melhor performance pop duo ou grupo SUPER QUE FALTOU SUGAR!!!! Ela fez um sucesso estrondoso e para mim é um lock nessa categoria!! Também acho que four five seconds tem chance, fez algum buzz e é grammy meterial.
    Em melhor performance pop solo trocava lips are movin pela Want to Want me do jason derulo, fez tanto ou mais sucesso e é melhor produzida.
    No geral acho que os grammys vão ser da Taylor e do The weeknd ( assim como 2015 foi) mas não sei, a bancada ainda pode decidir fazer alguma surpresa…..

    • O The Weeknd submeteu o BBTM pra Urban Contemporary Album, onde ele pode concorrer com o Miguel e a Tinashe, por exemplo. Acho que esses três fazem o corte final – e no meu mundo perfeito, apesar do álbum do Miguel ser brilhante e o do Abel ser ótimo, eu daria esse gramofone pra Tinashe – acho o Aquarius um debut super sólido e com muita personalidade.

      Eu até pensei no Jason Derulo na minha primeira rodada de previsões, mas hoje eu levei em consideração os eventos mais próximos do fim do período de eligibilidade (e o Grammy às vezes pensa assim, indicando gente que foi estourar aos 45′ do segundo tempo), e também a má vontade da bancada com o Derulo. Acho que ele anda merecendo desde Talk Dirty.

      Já Sugar eu tinha colocado na primeira rodada de previsões, mas tirei naquela lógica dos 45′ do segundo tempo… Não duvido que possa entrar, assim como FourFiveSeconds… Só que esse ano sucesso estrondoso vai contar muito, é o que eu sinto, e os megahits parecem que vão prevalecer na escolha final, principalmente num ano fraco de grandes lançamentos.

      • Apesar de não ser fã, consideraria o Justin Bieber, What Do You Mean tem uma produção ótima, diferente, e uma letra gostosa… Sem falar que mesmo apesar de tudo, Justin já foi indicado um bocado de vezes. Amaria se Good For You ganhasse um, e tbm to torcendo pra Tinashe ser ao menos indicada. Enfim.

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