“Bad Blood” e as possibilidades de Taylor Swift

A essas alturas, todo mundo já deve ter visto milhares de vezes o clipe de “Bad Blood”, a diss (ou não) da Taylor Swift contra Katy Perry, e seu clipe estrelado.

O vídeo é do remix da música, que conta com o rap de Kendrick Lamar, de quem Taylor é fã, e deu um upgrade muito legal na música – além da batida ter ficado mais bem marcada com o remix. Apesar da canção ter ficado mais parecido com um (feat. Taylor Swift), o potencial pop de “Bad Blood” era claro desde o lançamento do “1989”. Apesar de ser uma música bem divisiva na preferência popular, o fato era que mais cedo ou mais tarde a faixa seria lançada, por todo o buzz envolvido antes do lançamento, com a revelação de que a música era sobre uma amiga que a havia traído.

E o buzz aumentou ainda mais, com os posters revelando as participações especiais do vídeo dirigido pelo gênio Joseph Kahn, em seu modo genial. Selena Gomez (como a “Bad Blood”), Cara Delevigne, Karlie Kloss, Ellie Goulding, Hayley Williams do Paramore, Zendaya, Jessica Alba, a musa Cindy Crawford e as estrelas da televisão americana Ellen Pompeo e Mariska Hargitay, além de outros nomes do mundo da moda e da TV fizeram parte de um vídeo brilhante, que mais parecia o trailer de um filme, com direito a treinamento numa base secreta super futurista, referências a filmes como “Tron”, “Clube da Luta”, “O Quinto Elemento” e uma homenagem ao icônico vídeo de “Toxic” (também dirigido por Kahn), que ajudaram a tornar “Bad Blood” o clipe do ano até agora, e um dos mais incríveis dessa primeira metade da década.

SÉRIO.

Além dos celebrados cameos e as referências, a edição, o trabalho de direção nas lutas coreografadas, a fotografia limpa e cinzenta em todo o vídeo, ao mesmo tempo em que o vídeo tem uma simplicidade na direção que não tira nada na sala de montagem nem inclui takes cortados de forma desnecessária, deixam o vídeo de “Bad Blood” uma delícia de assistir, com a sensação de quero mais.

(além disso, é notável o esforço da Taylor e de sua equipe em fazer um vídeo dessa magnitude, visivelmente caro e de produção esmerada, para o quarto single de um álbum – e considerando que a cantora já está em turnê. Ou seja, não teria a “necessidade”, mas no plano de dominação do pop pensado pela Swift, esse é um movimento para colocá-la no status de futuro ícone pop)

Taylor Swift Bad Blood Video

E o impacto do vídeo (lançado como abertura do Billboard Music Awards 2015, ocorrido no dia 17) foi tão grande que bateu o recorde de “Anaconda”, de Nicki Minaj, de vídeo musical mais visto no Vevo em 24 horas – com mais de 20 milhões de visualizações. Além disso, a música já voltou ao chart do Billboard Hot 100 em #53, e a expectativa é de que, com o apoio massivo das rádios, as vendas do remix – que chegou à primeira posição no iTunes, tirando a até então implacável “See You Again” da liderança; e a quantidade de streams recebida pela visualização dos vídeos (já que não tem Spotify nessa equação) pode colocá-la no top 3 na próxima semana. E as chances de #1 são reais – já que “See You Again” não está tão forte, mesmo com seis semanas em primeiro lugar no Hot 100, em comparação a “Uptown Funk season” no início do ano.

Pra quem pensava que seria uma nova canção de um outro artista a tirar a liderança de Paul Walker, parece que o topo vai voltar às mãos da Taylor Swift…

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