O fator Taylor Swift

Com “1989”, seu primeiro álbum essencialmente pop, Taylor Swift está perto de bater o recorde de Britney Spears de maior debut, com mais de um milhão e 300 mil CDs vendidos apenas na estreia. A country (agora pop) star já tinha lançado álbuns com debuts monstruosos (“Red”, mais de um milhão e 200 mil; e “Speak Now”, na esteira do Grammy da moça pelo “Fearless” e o escândalo com Kanye West – imma let you finish, alguém? – quase um milhão e 50 mil cópias), e todos esperavam números massivos, já que Taylor é saudada como uma das salvadoras da indústria.

E agora, com a decisão da gravadora Big Machine em tirar do Spotify todos os álbuns da moça – em busca do recorde, por conta de contratos para lançamento do “1989” no serviçou ou mesmo para provar um ponto contra os streamings – Taylor já é vista como uma “desbravadora”, assim como Beyoncé e seu álbum visual do ano passado, ao desafiar esse modo de ouvir música quase naturalizado entre os ouvintes atuais.

Mas até que ponto T-Swift tem razão em suas demandas (lembrando que essa decisão, creio eu, não seja apenas da gravadora, e sim dela, que já declarou em várias entrevistas ser uma defensora dos álbuns físicos)?

E o “1989”? Também entra nessa balança como um divisor de águas musicalmente ou Taylor é uma ilha essencialmente pop num momento híbrido do mainstream atual?

Por isso, decidi falar sobre esse momento da Taylor com dois posts: um com a resenha do 1989; e outro discutindo um pouco sobre essa decisão da loirinha.

Link Resenha TS1989             Link TaylorvsSpotify

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